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	<title>Arquivos Notícias sobre Notas Fiscais Eletrônicas - Blog Sibrax Software</title>
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	<description>Blog Sibrax Software</description>
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	<title>Arquivos Notícias sobre Notas Fiscais Eletrônicas - Blog Sibrax Software</title>
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	<item>
		<title>A Reforma Tributária vai aparecer na nota fiscal: IBS e CBS chegam ao DANFE</title>
		<link>https://blog.sibrax.com.br/2026/10/novo-danfe-campos-ibs-cbs-imposto-seletivo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Janaína Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do Fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias sobre Notas Fiscais Eletrônicas]]></category>
		<category><![CDATA[novo DANFE IBS e CBS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novo DANFE terá campos de IBS, CBS e Imposto Seletivo. Entenda as mudanças, os prazos e como preparar cadastros para emissão fiscal.</p>
<p>O post <a href="https://blog.sibrax.com.br/2026/10/novo-danfe-campos-ibs-cbs-imposto-seletivo/">A Reforma Tributária vai aparecer na nota fiscal: IBS e CBS chegam ao DANFE</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.sibrax.com.br">Blog Sibrax Software</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Reforma Tributária começa a ganhar uma forma visível também nos documentos fiscais. Com a publicação da Nota Técnica 2026.010, versão 1.00, o DANFE será adaptado para apresentar informações do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto Seletivo (IS).</p>



<p>A mudança alcança a parte da nota que empresas, transportadores, clientes e equipes fiscais consultam no dia a dia. Entretanto, ela não se resume à inclusão de novos espaços no PDF ou no documento impresso. Para que os valores apareçam corretamente no DANFE, o XML precisa ser gerado com os grupos tributários adequados, a operação deve estar classificada de forma correta e o emissor precisa estar atualizado.</p>



<p>Por isso, a preparação envolve tecnologia, cadastro de produtos, regras fiscais e conferência. Quanto antes esses pontos forem revisados, menor será o risco de rejeições, informações incompletas e retrabalho durante a transição.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é o DANFE e por que o leiaute vai mudar?</h2>



<p>O Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica, conhecido como DANFE, é a representação gráfica da NF-e. Ele pode acompanhar a mercadoria em formato impresso ou ser compartilhado em PDF, facilitando a consulta à chave de acesso, ao emitente, ao destinatário, aos produtos e aos valores da operação.</p>



<p>No entanto, o DANFE não substitui a NF-e. O documento fiscal com validade jurídica é o arquivo XML autorizado pelo Fisco. Essa diferença continua válida com o novo leiaute: o DANFE mostrará as informações de IBS, CBS e Imposto Seletivo que forem geradas a partir dos dados constantes no XML.</p>



<p>Assim, uma alteração visual revela uma mudança operacional mais ampla. Se o cadastro ou a tributação estiverem incorretos na origem, o problema não será resolvido apenas na impressão do documento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os novos campos do DANFE?</h2>



<p>A Nota Técnica 2026.010 procura preservar a estrutura já conhecida do DANFE, mas reorganiza áreas importantes para acomodar os tributos da Reforma Tributária. <strong>As principais mudanças estão nos totais da nota, na identificação do emitente e nos dados dos produtos e serviços.</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">Novo bloco de totais para IBS, CBS e Imposto Seletivo</h3>



<p>O DANFE receberá um bloco denominado <strong>“Total do IBS/CBS/IS”</strong>, posicionado depois do quadro “Total do ICMS/IPI”. Nesse espaço serão apresentados, de forma consolidada, os valores dos novos tributos informados na operação.</p>



<p>A separação facilita a leitura durante o período de transição, no qual tributos atuais e novos poderão aparecer no mesmo documento. Além disso, permite que empresas e contadores comparem o valor total da operação com os dados tributários calculados pelo sistema.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Código do Regime Tributário na identificação do emitente</h3>



<p>O quadro de identificação do emitente passará a mostrar o Código do Regime Tributário (CRT), informação que já integra o leiaute do XML. O modelo também reserva espaço para o tipo de regime de apuração do IBS e da CBS.</p>



<p>Contudo, a definição completa desse segundo campo dependerá de nota técnica futura. Portanto, empresas e desenvolvedores precisam acompanhar novas versões da documentação, mesmo depois da primeira implantação do leiaute.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Informações tributárias por produto ou serviço</h3>



<p>O quadro “Dados dos Produtos/Serviços” será ampliado para exibir informações ligadas ao IBS, à CBS e ao Imposto Seletivo. Entre elas estão a classificação tributária, as bases de cálculo, as alíquotas e os valores dos tributos aplicáveis a cada item.</p>



<p>Essa parte merece atenção especial porque depende diretamente da qualidade dos cadastros. Produtos classificados de forma incorreta, regras fiscais desatualizadas ou parâmetros incompatíveis com a operação podem provocar cálculos errados e documentos inconsistentes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Todos os novos campos serão preenchidos em qualquer operação?</h2>



<p>Não. A apresentação de alguns quadros será facultativa ou condicionada à existência das informações no XML e à aplicação do respectivo grupo tributário à operação.</p>



<p>Quando um grupo não se aplicar ou a informação não estiver presente no arquivo eletrônico, o campo correspondente não deverá ser preenchido. Por isso, o novo DANFE não será necessariamente idêntico em todas as emissões.</p>



<p>Essa regra também reforça a importância de evitar preenchimentos genéricos. O sistema deve reconhecer o tratamento tributário de cada operação e gerar apenas os grupos exigidos para aquele cenário.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A mudança vai além do DANFE</h2>



<p>A Nota Técnica 2026.010 faz parte de um conjunto de atualizações publicadas para adequar os documentos fiscais eletrônicos à Reforma Tributária. Portanto, o impacto não se limita à apresentação gráfica da NF-e.</p>



<p>Entre as alterações divulgadas estão:</p>



<ul>
<li><strong>NT 2026.008:</strong> altera o leiaute e as regras de validação da NF-e, incluindo informações relacionadas ao valor líquido do produto após a exclusão dos tributos da operação;</li>



<li><strong>NT 2026.004:</strong> ajusta documentos de transporte e notas de água, energia, gás e comunicação aos novos tributos;</li>



<li><strong>Informe Técnico 2026.002, versão 1.70:</strong> atualiza a relação entre códigos de classificação tributária e códigos de crédito presumido;</li>



<li><strong>NT SE/CGNFS-e 009, versão 1.01:</strong> atualiza a estrutura da NFS-e para receber informações de IBS e CBS.</li>
</ul>



<p>Além disso, a documentação técnica prevê ajustes posteriores no próprio DANFE, inclusive para as regras de formação e validação do QR Code usado no acesso à consulta pública da NF-e. Em outras palavras, a versão publicada representa uma etapa da implantação, e não o encerramento das mudanças.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando o novo leiaute entra em produção?</h2>



<p>A Nota Técnica 2026.010 foi publicada em 1º de outubro de 2026 e prevê a entrada em produção do novo leiaute do DANFE em <strong>1º de dezembro de 2026</strong>.</p>



<p>Porém, essa data não deve ser confundida com o início da obrigatoriedade de emissão dos documentos fiscais com informações da Reforma Tributária. O cronograma oficial diferencia a publicação dos leiautes, a implantação técnica dos ambientes e a exigência aplicável a cada documento e contribuinte.</p>



<p>Para NF-e e NFC-e, o cronograma geral iniciou a obrigatoriedade em 3 de agosto de 2026. Já para os contribuintes do Simples Nacional, a exigência dos documentos fiscais adaptados ao IBS e à CBS está prevista para <strong>1º de janeiro de 2027</strong>.</p>



<p>Além disso, o Portal Nacional da NF-e pode atualizar datas de homologação e produção por razões técnicas. Por isso, o acompanhamento das versões vigentes das notas técnicas deve fazer parte da rotina do escritório e da empresa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que empresas e escritórios contábeis precisam revisar?</h2>



<p>Esperar o primeiro documento rejeitado para iniciar a adaptação aumenta o risco operacional. A preparação deve começar pela identificação de quem emite, quem configura e quem confere as notas fiscais.</p>



<p>Um checklist inicial inclui:</p>



<ol start="1">
<li><strong>Confirmar a atualização do emissor:</strong> verifique se o fornecedor do sistema já incorporou os novos schemas, campos, cálculos e regras de validação. O <a href="https://novo.sibrax.com.br/produtos/sistema-emissor-documentos-fiscais-nfe-nfce-nfse-mdfe/">emissor da Sibrax</a> acompanha a legislação e está atualizado para operar com a Reforma Tributária.</li>



<li><strong>Revisar os cadastros fiscais:</strong> confira NCM, natureza da operação, CST, classificação tributária, benefícios, créditos presumidos e demais parâmetros usados no cálculo.</li>



<li><strong>Mapear operações diferentes:</strong> vendas, devoluções, transferências, bonificações, importações e operações com tratamentos específicos precisam ser testadas separadamente.</li>



<li><strong>Validar os cálculos:</strong> compare bases, alíquotas, valores por item e totais antes de liberar a emissão em produção.</li>



<li><strong>Testar o XML e o DANFE:</strong> o arquivo eletrônico e sua representação gráfica devem apresentar informações coerentes entre si.</li>



<li><strong>Treinar as equipes:</strong> faturamento, fiscal, contabilidade e atendimento precisam entender os novos campos para reconhecer divergências e orientar clientes.</li>



<li><strong>Acompanhar novas versões:</strong> campos ainda pendentes de definição e ajustes no QR Code exigirão monitoramento contínuo.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading">Qual será o papel do contador nessa adaptação?</h2>



<p>O contador terá uma função que vai além de comunicar a mudança. Será necessário orientar a parametrização, validar o tratamento das operações e ajudar a empresa a interpretar as informações que passarão a aparecer no documento.</p>



<p>Na prática, o trabalho deve aproximar o escritório, o cliente e o fornecedor do sistema. O cliente conhece a operação comercial; o contador identifica o tratamento tributário; e o software transforma essas regras em cálculo, XML e DANFE. Quando essa comunicação falha, o erro costuma surgir no momento da emissão.</p>



<p>Além disso, o DANFE pode funcionar como uma camada adicional de conferência, mas não deve ser a única. A validação precisa considerar o XML, porque ele é o documento fiscal efetivo e contém a estrutura utilizada pelo Fisco.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Prepare a emissão antes da virada</h2>



<p>Os novos campos de IBS, CBS e Imposto Seletivo tornam a Reforma Tributária mais concreta na rotina das empresas. Embora a mudança apareça visualmente no DANFE, sua implantação depende de cadastros confiáveis, regras tributárias corretas e sistemas preparados para as novas especificações.</p>



<p>Por isso, dezembro não deve ser tratado como o ponto de partida. O período anterior precisa ser usado para revisar operações, atualizar o emissor, testar documentos e corrigir inconsistências.</p>



<p>Com o <strong><a href="https://novo.sibrax.com.br/produtos/sistema-emissor-documentos-fiscais-nfe-nfce-nfse-mdfe/">Emissor Web da Sibrax</a></strong>, sua empresa conta com uma solução criada para tornar a emissão de documentos fiscais mais organizada e segura. <a href="https://novo.sibrax.com.br/produtos/sistema-emissor-documentos-fiscais-nfe-nfce-nfse-mdfe/">Fale com a equipe da Sibrax</a> e prepare sua operação para os novos leiautes da Reforma Tributária.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Leia as últimas postagens do Blog Sibrax:</h2>


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			</item>
		<item>
		<title>Reforma Tributária: confira o cronograma de mudanças fiscais até 2027</title>
		<link>https://blog.sibrax.com.br/2026/09/reforma-tributaria-confira-o-cronograma-de-mudancas-fiscais-ate-2027/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Janaína Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 18:07:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do Fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias sobre Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias sobre Notas Fiscais Eletrônicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Confira o cronograma da Reforma Tributária até 2027 e saiba quais documentos fiscais, sistemas e cadastros precisam ser preparados em cada etapa.</p>
<p>O post <a href="https://blog.sibrax.com.br/2026/09/reforma-tributaria-confira-o-cronograma-de-mudancas-fiscais-ate-2027/">Reforma Tributária: confira o cronograma de mudanças fiscais até 2027</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.sibrax.com.br">Blog Sibrax Software</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>A transição tributária já começou. Sua empresa está preparada para cada etapa?</em></p>



<p>A Reforma Tributária entrou em uma nova fase em 2026 e passou a exigir mudanças mais concretas na rotina fiscal das empresas.</p>



<p>Se, até pouco tempo atrás, a principal preocupação estava em entender o novo modelo de tributação, agora o desafio está na adaptação prática. Sistemas precisam ser atualizados, cadastros revisados, produtos e serviços classificados corretamente e documentos fiscais preparados para receber as novas informações de IBS e CBS.</p>



<p>Além disso, a implementação não acontece de uma só vez.</p>



<p>O cronograma foi dividido em diferentes etapas, considerando os tipos de documentos fiscais, as operações realizadas e, posteriormente, os regimes tributários. Por isso, acompanhar apenas a data geral da Reforma Tributária pode levar empresas a perderem prazos importantes.</p>



<p>Em outras palavras, a transição já está acontecendo e cada etapa traz novas responsabilidades.</p>



<p>Neste artigo, você confere o cronograma da Reforma Tributária, entende o que muda em cada fase e vê o que sua empresa deve revisar para atravessar esse período com mais segurança.</p>



<h1 class="wp-block-heading">O cronograma da Reforma Tributária em uma visão rápida</h1>



<p>A implementação das novas informações fiscais foi organizada em cinco grandes etapas, que avançam de agosto de 2026 a janeiro de 2027.</p>



<h3 class="wp-block-heading">CRONOGRAMA VISUAL</h3>



<figure class="wp-block-table"><table><thead><tr><th>DATA</th><th>PRINCIPAL ETAPA</th><th>DOCUMENTOS E OPERAÇÕES</th></tr></thead><tbody><tr><td><strong>03/08/2026</strong></td><td><strong>1ª etapa</strong></td><td>NF-e, NFC-e, CT-e, CT-e OS, MDF-e, NF3-e, GTV-e, DC-e, NFP-e e outros documentos previstos</td></tr><tr><td><strong>01/10/2026</strong></td><td><strong>2ª etapa</strong></td><td>NFCOM, parte das NFS-e, documentos relacionados à importação e eventos específicos</td></tr><tr><td><strong>15/11/2026</strong></td><td><strong>3ª etapa</strong></td><td>Eventos mensais da DeRE</td></tr><tr><td><strong>01/12/2026</strong></td><td><strong>4ª etapa</strong></td><td>Novos grupos de NFS-e e operações específicas, incluindo plataformas digitais, softwares, locações e condomínios</td></tr><tr><td><strong>01/01/2027</strong></td><td><strong>5ª etapa</strong></td><td>Novas etapas da Duimp, demais eventos da DeRE e, em regra, empresas do Simples Nacional</td></tr></tbody></table></figure>



<p><strong>Importante:</strong> as datas e os documentos alcançados devem ser analisados conforme o cronograma oficial e as especificações aplicáveis a cada operação.</p>



<h1 class="wp-block-heading">1ª etapa: 3 de agosto de 2026</h1>



<p>A primeira grande etapa começou em <strong>3 de agosto de 2026</strong>, alcançando diversos documentos fiscais eletrônicos utilizados diariamente pelas empresas.</p>



<p>Entre eles estão:</p>



<ul>
<li>NF-e, modelo 55;</li>



<li>NFC-e, modelo 65;</li>



<li>CT-e;</li>



<li>CT-e OS;</li>



<li>MDF-e;</li>



<li>GTV-e;</li>



<li>NF3-e;</li>



<li>DC-e;</li>



<li>NFP-e do produtor rural.</li>
</ul>



<p></p>



<p>Nessa fase, as informações relacionadas ao IBS e à CBS passaram a fazer parte da adequação dos documentos fiscais para os contribuintes enquadrados no regime regular.</p>



<p>Entretanto, é importante fazer uma distinção: a flexibilização das regras de validação evitou que a ausência dos novos campos provocasse imediatamente a rejeição de determinados documentos. Isso não significa que a obrigação de adaptação tenha sido eliminada.</p>



<p>Na prática, as empresas ganharam um período para concluir ajustes técnicos, mas continuam precisando preparar seus sistemas e processos.</p>



<h1 class="wp-block-heading">2ª etapa: 1º de outubro de 2026</h1>



<p>O próximo marco do cronograma acontece em <strong>1º de outubro de 2026</strong>.</p>



<p>Essa etapa amplia a adaptação para outros documentos e operações, incluindo a <strong>NFCom</strong> e parte das <strong>NFS-e</strong>, além de documentos relacionados à importação e eventos específicos previstos na regulamentação.</p>



<p>Para empresas que prestam serviços de comunicação e telecomunicações, por exemplo, essa data merece atenção especial.</p>



<p>Além disso, prestadores de serviços precisam verificar como seus documentos fiscais serão impactados pelas novas informações de IBS e CBS.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que revisar antes de outubro?</h3>



<p>É importante conferir:</p>



<ul>
<li>cadastro de produtos e serviços;</li>



<li>classificação tributária;</li>



<li>códigos utilizados nas operações;</li>



<li>parametrização do sistema emissor;</li>



<li>integração entre faturamento e contabilidade;</li>



<li>leiautes dos documentos fiscais;</li>



<li>regras específicas aplicáveis à atividade.</li>
</ul>



<p>Quanto mais cedo essas informações forem revisadas, menor tende a ser o risco de problemas na emissão.</p>



<h1 class="wp-block-heading">3ª etapa: 15 de novembro de 2026</h1>



<p>Em <strong>15 de novembro de 2026</strong>, o cronograma avança para eventos relacionados à <strong>Declaração Eletrônica de Regimes Especiais, a DeRE</strong>.</p>



<p>A etapa envolve diferentes eventos mensais, incluindo informações de fechamento e movimentações periódicas previstas para os regimes alcançados.</p>



<p>Nesse momento, a preocupação deixa de estar concentrada apenas na emissão dos documentos fiscais.</p>



<p>A empresa também precisa garantir que seus processos internos estejam preparados para fornecer informações consistentes ao longo do mês.</p>



<p>Por isso, organização e integração passam a ter ainda mais importância.</p>



<h1 class="wp-block-heading">4ª etapa: 1º de dezembro de 2026</h1>



<p>Em <strong>1º de dezembro de 2026</strong>, entram em cena novos grupos de documentos e operações.</p>



<p>Entre os casos previstos estão determinadas <strong>NFS-e</strong> e operações relacionadas a:</p>



<ul>
<li>plataformas digitais;</li>



<li>softwares;</li>



<li>locações;</li>



<li>condomínios;</li>



<li>determinados bens imateriais;</li>



<li>cessões onerosas de imóveis;</li>



<li>outras prestações não contempladas nas etapas anteriores.</li>
</ul>



<p></p>



<p>A amplitude dessa fase exige atenção porque diferentes modelos de negócio podem ser alcançados de maneiras distintas.</p>



<p>Assim, não basta verificar apenas o tipo de documento emitido. É necessário analisar também a natureza da operação realizada pela empresa.</p>



<h1 class="wp-block-heading">5ª etapa: 1º de janeiro de 2027</h1>



<p>O início de <strong>2027</strong> marca uma nova virada no cronograma.</p>



<p>A partir de <strong>1º de janeiro de 2027</strong>, entram outras etapas relacionadas à <strong>Duimp</strong>, aos eventos restantes da DeRE e, em regra, começa a obrigatoriedade para empresas optantes pelo <strong>Simples Nacional</strong>, conforme as regras aplicáveis ao regime.</p>



<p>Para os pequenos negócios, portanto, 2026 também deve ser encarado como um período de preparação.</p>



<p>Isso porque decisões relacionadas ao tratamento do IBS e da CBS, emissão de documentos fiscais e organização dos cadastros precisam estar alinhadas antes da entrada das novas exigências.</p>



<h1 class="wp-block-heading">E onde entram 2026, 2027 e os próximos anos da Reforma?</h1>



<p>O cronograma dos documentos fiscais faz parte de uma transição muito maior.</p>



<p>Em <strong>2026</strong>, IBS e CBS estão em fase de teste. A Receita Federal informa alíquotas-teste de <strong>0,9% para a CBS e 0,1% para o IBS</strong>, com compensação do montante arrecadado com valores de PIS e Cofins no mesmo período de liquidação, observadas as regras aplicáveis.</p>



<p>Já entre <strong>2027 e 2028</strong>, ocorre uma nova etapa, com a extinção de PIS e Cofins, início da cobrança da CBS e avanço do IBS.</p>



<p>Depois, entre <strong>2029 e 2032</strong>, acontece a transição gradual de ICMS e ISS para o IBS.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O calendário geral fica assim:</h3>



<figure class="wp-block-table"><table><thead><tr><th>PERÍODO</th><th>O QUE ACONTECE</th></tr></thead><tbody><tr><td><strong>2026</strong></td><td>Ano de teste do IBS e da CBS e adaptação dos documentos fiscais</td></tr><tr><td><strong>2027</strong></td><td>Extinção de PIS/Cofins e avanço da CBS e do IBS</td></tr><tr><td><strong>2028</strong></td><td>Continuidade da transição para o novo modelo</td></tr><tr><td><strong>2029</strong></td><td>Início da redução gradual de ICMS e ISS e aumento proporcional do IBS</td></tr><tr><td><strong>2030</strong></td><td>Continuidade da transição</td></tr><tr><td><strong>2031</strong></td><td>Continuidade da transição</td></tr><tr><td><strong>2032</strong></td><td>Último ano da transição</td></tr><tr><td><strong>2033</strong></td><td>Vigência integral do novo modelo e extinção de ICMS e ISS</td></tr></tbody></table></figure>



<p>A Receita Federal apresenta esse cronograma como a transição gradual até a implementação integral do novo modelo em 2033.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Por que o cronograma exige atenção dos contadores?</h1>



<p>Para o contador, acompanhar a Reforma Tributária significa muito mais do que conhecer as datas.</p>



<p>É preciso transformar o cronograma em planejamento.</p>



<p>A cada nova etapa, o profissional precisa avaliar quais clientes serão afetados, quais documentos fiscais utilizam, quais sistemas precisam ser atualizados e quais cadastros precisam ser revisados.</p>



<p>Além disso, o contador passa a ter um papel ainda mais importante na orientação dos clientes.</p>



<p>Uma empresa pode saber que a Reforma Tributária está acontecendo, mas isso não significa que saiba exatamente o que precisa fazer em sua operação.</p>



<p>É justamente aí que o trabalho consultivo ganha espaço.</p>



<h1 class="wp-block-heading">O cadastro fiscal passa a ser ainda mais importante</h1>



<p>Uma das maiores preocupações durante a transição é a qualidade dos cadastros fiscais.</p>



<p>Isso acontece porque os novos documentos exigem informações relacionadas à classificação tributária das operações.</p>



<p>Se um produto ou serviço estiver cadastrado incorretamente, o problema pode aparecer diretamente na emissão do documento fiscal.</p>



<p>Por isso, empresas precisam revisar informações como:</p>



<ul>
<li>NCM;</li>



<li>CFOP;</li>



<li>CST;</li>



<li>classificação tributária;</li>



<li>códigos relacionados ao IBS e à CBS;</li>



<li>natureza da operação;</li>



<li>regras específicas por produto ou serviço.</li>
</ul>



<p>Além disso, a revisão precisa ser feita de forma organizada.</p>



<p>Não adianta corrigir apenas os produtos que apresentaram erro. O ideal é identificar padrões e revisar a estrutura cadastral como um todo.</p>



<h1 class="wp-block-heading">O sistema emissor também entra no cronograma</h1>



<p>A adaptação não depende somente do contador ou do departamento fiscal.</p>



<p>Os sistemas utilizados para emissão dos documentos precisam acompanhar os novos leiautes, campos e regras de validação.</p>



<p>Por isso, empresas devem verificar se o emissor utilizado está preparado para as etapas previstas no cronograma.</p>



<p>Um sistema desatualizado pode gerar:</p>



<ul>
<li>dificuldades na emissão;</li>



<li>informações fiscais incorretas;</li>



<li>retrabalho;</li>



<li>divergências entre documentos;</li>



<li>necessidade de correções;</li>



<li>problemas de integração.</li>
</ul>



<p>Nesse cenário, contar com uma plataforma que acompanhe as mudanças da legislação passa a ser uma parte importante da preparação.</p>



<h1 class="wp-block-heading">E se a empresa ainda não estiver preparada?</h1>



<p>O primeiro passo é identificar exatamente o que está pendente.</p>



<p>Em vez de tentar adaptar toda a operação de uma só vez, a empresa pode dividir o processo em etapas:</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Mapear os documentos emitidos</h3>



<p>Identifique quais modelos fiscais sua empresa utiliza atualmente.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Verificar o impacto do cronograma</h3>



<p>Confira em qual etapa cada documento ou operação está incluído.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Revisar os cadastros</h3>



<p>Analise produtos, serviços e classificações tributárias.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Conferir o sistema</h3>



<p>Verifique se o emissor já contempla os novos campos e leiautes.</p>



<h3 class="wp-block-heading">5. Testar a emissão</h3>



<p>Antes de depender exclusivamente da nova estrutura, faça testes e valide os processos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">6. Acompanhar as atualizações</h3>



<p>A Reforma Tributária continua sendo regulamentada e seus documentos técnicos podem receber novas versões.</p>



<p>Assim, preparação não é uma tarefa única. É um processo contínuo.</p>



<h1 class="wp-block-heading">O Emissor Web Sibrax já acompanha essa transformação</h1>



<p>As mudanças trazidas pela Reforma Tributária exigem um sistema emissor preparado para acompanhar a evolução dos documentos fiscais eletrônicos.</p>



<p>O <strong><a href="https://novo.sibrax.com.br/produtos/sistema-emissor-documentos-fiscais-nfe-nfce-nfse-mdfe/">Emissor Web Sibrax</a></strong> acompanha as atualizações fiscais e está preparado para a emissão dos documentos contemplados pela solução, incluindo as adequações necessárias para a nova realidade tributária.</p>



<p>Além disso, por ser uma solução em nuvem, o emissor facilita o acesso e permite que a empresa trabalhe com uma plataforma constantemente atualizada.</p>



<p>Isso significa mais praticidade para acompanhar as mudanças sem transformar cada alteração fiscal em um novo problema operacional.</p>



<p>A tecnologia precisa acompanhar a legislação. E, em um período de transição que se estende até 2033, essa capacidade de atualização será cada vez mais importante.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Conclusão</h1>



<p>A Reforma Tributária não acontece em uma única data.</p>



<p>Ela está sendo implementada por etapas, e o segundo semestre de 2026 concentra mudanças importantes para documentos fiscais, sistemas, cadastros e processos internos.</p>



<p>Por isso, acompanhar o cronograma é apenas o primeiro passo.</p>



<p>Empresas e escritórios contábeis precisam transformar cada data em uma ação concreta: revisar cadastros, conferir parametrizações, atualizar sistemas, testar documentos e orientar os clientes.</p>



<p>A transição pode parecer longa, mas cada etapa traz uma nova exigência para a rotina fiscal.</p>



<p>Quanto mais organizada estiver a empresa hoje, mais preparada estará para as próximas fases.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Prepare sua empresa para a próxima etapa da Reforma Tributária</h2>



<p>O cronograma está avançando. Seu sistema também precisa acompanhar.</p>



<p>Com o <strong><a href="https://novo.sibrax.com.br/produtos/sistema-emissor-documentos-fiscais-nfe-nfce-nfse-mdfe/">Emissor Web Sibrax</a></strong>, sua empresa conta com uma solução em nuvem preparada para acompanhar a evolução dos documentos fiscais e as mudanças da legislação.</p>



<p><strong>Conheça o Emissor Web Sibrax e mantenha sua operação preparada para a nova realidade fiscal.</strong></p>



<p>Acesse: <strong><a href="http://www.sibrax.com.br/">www.sibrax.com.br</a></strong></p>



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		<title>Virada tributária: o que o contador precisa resolver até dezembro</title>
		<link>https://blog.sibrax.com.br/2026/09/mudancas-contabeis-2026-prazos-ate-dezembro/</link>
					<comments>https://blog.sibrax.com.br/2026/09/mudancas-contabeis-2026-prazos-ate-dezembro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Janaína Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 18:06:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do Fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias sobre Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias sobre Notas Fiscais Eletrônicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Veja o que o contador precisa resolver até dezembro de 2026 para preparar clientes e escritórios para as mudanças tributárias de 2027.</p>
<p>O post <a href="https://blog.sibrax.com.br/2026/09/mudancas-contabeis-2026-prazos-ate-dezembro/">Virada tributária: o que o contador precisa resolver até dezembro</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.sibrax.com.br">Blog Sibrax Software</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O ano contábil não terminará apenas com conciliações, balanços e obrigações de rotina. Entre setembro e dezembro de 2026, os escritórios terão de conduzir escolhas tributárias, revisar processos de emissão fiscal e preparar os clientes para regras que começam a produzir efeitos em 2027.</p>



<p>Embora algumas alterações já estejam em vigor, outras dependem de providências ainda neste ano. Portanto, deixar toda a preparação para janeiro pode resultar em uma opção tributária inadequada, falhas na emissão de documentos fiscais, recolhimentos incorretos e pressão inesperada sobre o caixa das empresas.</p>



<p>A seguir, reunimos sete mudanças contábeis que merecem prioridade na reta final de 2026 e explicamos como transformar cada uma delas em um plano de ação para o escritório. Também destacamos uma obrigação setorial que exige atenção de quem atende empresas sujeitas à Declaração de Regimes Específicos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">1. Outubro concentra duas decisões sobre o Simples Nacional</h2>



<p>O primeiro prazo importante termina em <strong>15 de outubro de 2026</strong>. A Resolução CGSN nº 194/2026 que até essa data, as empresas que não estão no Simples Nacional e desejam ingressar no regime em 2027 devem formalizar a solicitação. </p>



<p>As empresas que já são optantes, por sua vez, não precisam solicitar novamente a permanência no regime, exceto quando houver registro de exclusão futura. Entretanto, elas também enfrentam uma escolha nova: definir como recolherão o IBS e a CBS no primeiro semestre de 2027.</p>



<p>Até 30/10/2026, empresas que permanecerem no Simples e quiserem recolher IBS e CBS pelo regime regular no primeiro semestre de 2027. Também passa a ser o limite para regularizar pendências que tenham provocado o indeferimento da opção pelo Simples Nacional.</p>



<p>Além disso, a resolução criou uma nova janela para cancelamento das opções, de 03/11 a 20/12/2026, conforme as condições previstas na norma.</p>



<p>No modelo chamado de <strong>Simples puro</strong>, os dois tributos permanecem dentro do DAS. Já no <strong>Simples híbrido</strong>, a empresa continua no regime simplificado para os demais tributos, mas passa a apurar IBS e CBS pelo regime regular, fora da guia unificada.</p>



<p>Essa decisão não deve ser tomada apenas com base no perfil B2B ou B2C. O contador precisa simular o efeito dos créditos nas compras e nas vendas, avaliar a margem, o preço, o fluxo de caixa, o tipo de cliente atendido e o aumento das obrigações operacionais. Afinal, o modelo mais vantajoso dependerá da realidade de cada negócio.</p>



<h2 class="wp-block-heading">2. IBS e CBS avançam na NFS-e em outubro e dezembro</h2>



<p>O cronograma de adaptação da Nota Fiscal de Serviço eletrônica aos novos tributos possui etapas diferentes conforme a atividade realizada.</p>



<ul>
<li><strong>1º de outubro de 2026:</strong> os campos de IBS e CBS passam a ser exigidos para a maior parte dos serviços sujeitos ao ISS e relacionados na lista anexa à Lei Complementar nº 116/2003.</li>



<li><strong>1º de dezembro de 2026:</strong> a exigência alcança grupos específicos, como plataformas digitais e serviços intermediados por elas, determinados serviços de tecnologia e transporte, operações com bens imateriais, receitas de condomínios, locações, cessões e arrendamentos.</li>



<li><strong>1º de janeiro de 2027:</strong> as regras passam a alcançar os optantes pelo Simples Nacional nas situações previstas na regulamentação do IBS e da CBS.</li>
</ul>



<p></p>



<p>Até 31 de dezembro de 2026, a omissão dessas informações não causará, isoladamente, a rejeição da NFS-e pelo sistema nacional. No entanto, isso não equivale a uma dispensa. O documento continuará em desconformidade, e o emitente deverá observar as medidas e os prazos do programa de conformidade.</p>



<p>Consequentemente, o escritório não deve usar a flexibilização como motivo para adiar os testes. É necessário identificar os serviços prestados por cada cliente, revisar códigos e classificações tributárias, conferir os cadastros e validar se os sistemas de emissão estão preparados para os novos leiautes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">3. NFS-e Nacional será obrigatória para empresas do Simples em novembro</h2>



<p>A partir de <strong>1º de novembro de 2026</strong>, as microempresas e empresas de pequeno porte optantes pelo Simples Nacional que prestam serviços sujeitos à emissão de NFS-e deverão utilizar o padrão nacional.</p>



<p>A emissão poderá ocorrer pelo Emissor Nacional da NFS-e na versão web ou por integração via API. Dessa forma, empresas que hoje utilizam sistemas municipais precisam organizar a transição antes do início da obrigatoriedade.</p>



<p>Essa mudança deve ser separada da entrada do IBS e da CBS no Simples. Entre novembro e dezembro, a empresa já estará obrigada a usar a NFS-e Nacional, mas continuará seguindo as regras atuais do regime simplificado. Os efeitos específicos dos novos tributos começam em 1º de janeiro de 2027.</p>



<p>Para reduzir problemas na migração, o escritório deve conferir acessos, códigos de serviços, cadastros de tomadores, retenções, regras de cancelamento e integrações. Também é importante definir uma data de corte para evitar notas duplicadas ou divergências entre documentos emitidos no sistema municipal e no ambiente nacional.</p>



<h2 class="wp-block-heading">4. O fechamento anual exige atenção aos lucros e dividendos</h2>



<p>As novas regras de tributação dos lucros e dividendos estão em vigor desde janeiro de 2026. Entretanto, o encerramento do ano será o primeiro momento de revisão integral dos valores distribuídos sob essa sistemática.</p>



<p>Quando uma mesma pessoa jurídica paga, credita ou entrega mais de <strong>R$ 50 mil</strong>, no mesmo mês, em lucros e dividendos para uma mesma pessoa física residente no Brasil, incide IRRF de 10% sobre o valor total distribuído, e não apenas sobre a parcela que ultrapassou o limite.</p>



<p>A pessoa jurídica pagadora é responsável pela escrituração, declaração e recolhimento. Os valores devem ser informados no evento <strong>R-4010 da EFD-Reinf</strong>, seguem para a DCTFWeb e são recolhidos por DARF numerado.</p>



<p>Além disso, a Lei nº 15.270/2025 instituiu a tributação mínima anual das pessoas físicas de alta renda. A apuração será refletida na declaração de 2027, relativa ao ano-calendário de 2026, para quem se enquadrar nos critérios legais, a partir de rendimentos anuais superiores a R$ 600 mil.</p>



<p>Por isso, antes de fechar o exercício, o contador deve conciliar os pagamentos e créditos realizados aos sócios mês a mês, conferir as retenções e validar se a escrituração contábil sustenta os lucros distribuídos. O cuidado também alcança empresas do Simples Nacional, sobretudo aquelas que ainda tratam retiradas de sócios sem documentação e controles suficientes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">5. Empresas do Simples precisam se preparar para o fim do regime de caixa</h2>



<p>A partir de <strong>1º de janeiro de 2027</strong>, o regime de caixa deixará de ser uma opção para determinar a base mensal do Simples Nacional. A receita passará a ser reconhecida, em regra, no faturamento da operação, normalmente vinculado à emissão do documento fiscal, ainda que o pagamento do cliente ocorra depois.</p>



<p>Na prática, uma empresa que vende a prazo poderá ter de recolher tributos antes de receber. Desse modo, a mudança afeta diretamente o planejamento financeiro de negócios com parcelamentos ou prazos longos de recebimento.</p>



<p>A preparação deve começar ainda em 2026. O escritório precisa identificar quais clientes utilizam o regime de caixa, revisar o contas a receber, simular o impacto no capital de giro e orientar ajustes em contratos, prazos comerciais e políticas de cobrança.</p>



<p>Também será indispensável tratar corretamente a transição. As receitas faturadas ou recebidas no fim de 2026 precisam ser conciliadas para evitar omissões ou dupla tributação em 2027. Por essa razão, sistemas contábeis, fiscais e financeiros devem trabalhar com informações consistentes sobre emissão, faturamento e recebimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">6. CNPJ alfanumérico exige revisão dos sistemas e cadastros</h2>



<p>O CNPJ alfanumérico já faz parte da rotina empresarial brasileira. Desde julho de 2026, novas inscrições podem receber identificadores formados por letras e números, mantendo a estrutura de 14 posições. Os CNPJs emitidos anteriormente continuam válidos e não precisam ser substituídos.</p>



<p>Embora a mudança não altere as obrigações das empresas já inscritas, ela exige atenção operacional. Cadastros que aceitam somente números podem impedir a inclusão de novos clientes ou fornecedores. Da mesma forma, regras antigas de validação podem causar falhas em emissores, ERPs, sistemas contábeis e integrações.</p>



<p>Por isso, o contador deve verificar se as ferramentas do escritório conseguem receber, armazenar e processar o novo formato. Além disso, é importante testar as integrações e revisar planilhas e formulários próprios.</p>



<p>O novo padrão será adotado gradualmente. Ainda assim, basta que um cliente ou fornecedor receba um CNPJ alfanumérico para que uma validação incompatível interrompa o cadastro ou a emissão de uma nota. Dessa forma, a adequação precisa ser tratada como uma providência atual.</p>



<h2 class="wp-block-heading">7. Algumas pessoas físicas terão identificação no CNPJ para IBS e CBS</h2>



<p>Outra exigência começará em <strong>1º de janeiro de 2027</strong>. A partir dessa data, as pessoas físicas enquadradas como contribuintes ou responsáveis tributárias do IBS e da CBS, assim como os produtores rurais alcançados pela regulamentação, deverão utilizar uma inscrição no CNPJ para identificação fiscal e emissão dos documentos previstos nas novas regras.</p>



<p>Isso não significa que toda pessoa física, autônomo ou produtor rural precisará abrir uma empresa. Tampouco a inscrição transforma, por si só, a pessoa física em pessoa jurídica. O CNPJ terá finalidade cadastral e operacional dentro da nova sistemática tributária, e a obrigação dependerá do enquadramento previsto na legislação.</p>



<p>Até 31 de dezembro de 2026, os atuais mecanismos de identificação continuam válidos. Ainda assim, o escritório deve mapear os clientes potencialmente alcançados, acompanhar a liberação dos procedimentos simplificados de inscrição e preparar os cadastros dos sistemas contábeis, fiscais e financeiros.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Atenção para clientes sujeitos à DeRE</strong></h2>



<p>Os escritórios que atendem empresas submetidas aos regimes específicos da Reforma Tributária também precisam acompanhar as primeiras entregas da <strong>Declaração de Regimes Específicos (DeRE)</strong>. A obrigação alcança atividades como instituições financeiras, planos de assistência à saúde, seguradoras, entidades de previdência, administradoras de consórcios e outras operações previstas na regulamentação.</p>



<p>A partir de <strong>1º de outubro de 2026</strong>, o ambiente da DeRE começará a receber os eventos de tabela <strong>D-1001 — Informações do Contribuinte</strong> e <strong>D-1011 — Plano Geral de Contas Comentado</strong>. Essa data marca a abertura para transmissão, e não o prazo final da entrega.</p>



<p>Os dois eventos precisam estar transmitidos e processados com sucesso antes dos eventos periódicos mensais. A primeira escrituração, referente à competência de outubro de 2026, deverá ser entregue até <strong>15 de novembro de 2026</strong>. Portanto, o escritório deve antecipar a conferência do cadastro, do plano de contas e das integrações para evitar que uma rejeição nos eventos iniciais comprometa a entrega mensal.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">Calendário prático para o escritório contábil</h2>



<p>Para tornar a adequação mais segura, o trabalho pode ser dividido em três frentes:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Setembro</h3>



<ul>
<li>concluir as simulações do Simples puro e híbrido;</li>



<li>formalizar os pedidos de ingresso no Simples Nacional para 2027;</li>



<li>identificar pendências fiscais ou cadastrais dos clientes;</li>



<li>documentar os cenários apresentados e as decisões tomadas.</li>



<li>testar cadastros, emissores e integrações com o CNPJ alfanumérico.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Outubro e novembro</h3>



<ul>
<li>revisar cadastros e classificações dos serviços;</li>



<li>testar os campos de IBS e CBS na NFS-e;</li>



<li>preparar a migração das empresas do Simples para a NFS-e Nacional;</li>



<li>validar acessos, integrações e procedimentos de emissão, cancelamento e substituição.</li>



<li>para os clientes sujeitos à DeRE, transmitir os eventos de tabela e preparar a primeira escrituração mensal.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Dezembro</h3>



<ul>
<li>revisar distribuições de lucros e dividendos, EFD-Reinf e DCTFWeb;</li>



<li>mapear os clientes afetados pelo fim do regime de caixa;</li>



<li>conciliar os recebíveis que atravessarão a mudança de ano;</li>



<li>identificar as pessoas físicas que poderão precisar de inscrição no CNPJ;</li>



<li>confirmar se os sistemas estão configurados para as regras de 2027.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">O planejamento para 2027 começa agora</h2>



<p>As mudanças contábeis da reta final de 2026 estão conectadas. Uma opção tributária influencia créditos e fluxo de caixa; um cadastro incorreto afeta a nota fiscal; uma nota inconsistente compromete a apuração. Portanto, o trabalho do contador será organizar informações, comparar cenários e conduzir cada cliente de acordo com seu perfil.</p>



<p>Ao mesmo tempo, a tecnologia precisa acompanhar esse nível de responsabilidade. Com os sistemas da <strong>Sibrax</strong>, o escritório integra rotinas contábeis, fiscais e financeiras, reduz tarefas manuais e ganha mais segurança para lidar com as novas exigências.</p>



<p><strong>Prepare seu escritório para 2027 com a experiência de quem desenvolve soluções para a contabilidade há 30 anos. Conheça os sistemas Sibrax: <a href="https://novo.sibrax.com.br/produtos/pacote-completo/">www.sibrax.com.br</a></strong></p>



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			</item>
		<item>
		<title>Split payment na Reforma Tributária: o que muda na forma de recolher os tributos sobre o consumo?</title>
		<link>https://blog.sibrax.com.br/2026/08/split-payment-na-reforma-tributaria-o-que-muda-na-forma-de-recolher-os-tributos-sobre-o-consumo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Janaína Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 16:52:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do Fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias sobre Notas Fiscais Eletrônicas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.sibrax.com.br/?p=25919</guid>

					<description><![CDATA[<p>Entenda como funcionará o split payment na Reforma Tributária, por que o sistema não começa em janeiro de 2027 e como as empresas devem se preparar.</p>
<p>O post <a href="https://blog.sibrax.com.br/2026/08/split-payment-na-reforma-tributaria-o-que-muda-na-forma-de-recolher-os-tributos-sobre-o-consumo/">Split payment na Reforma Tributária: o que muda na forma de recolher os tributos sobre o consumo?</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.sibrax.com.br">Blog Sibrax Software</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O split payment é uma das principais mudanças operacionais trazidas pela Reforma Tributária do Consumo. Previsto na Lei Complementar nº 214/2025, o mecanismo permitirá que os valores do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) sejam separados no momento da liquidação financeira da operação.</p>



<p>Atualmente, uma empresa vende, recebe o valor total da transação e recolhe os tributos posteriormente. Com o pagamento dividido, a instituição responsável pela liquidação reservará a parcela destinada ao Fisco. Assim, o fornecedor receberá o valor líquido, enquanto IBS e CBS serão encaminhados à Receita Federal e ao Comitê Gestor do IBS.</p>



<p>Essa mudança promete aumentar a segurança da arrecadação e reduzir a inadimplência tributária. Entretanto, também altera o fluxo de caixa, a conciliação e a relação entre documentos fiscais, pagamentos e créditos. Por isso, empresas e escritórios contábeis precisam compreender o modelo antes de sua entrada em operação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é split payment?</h2>



<p>A expressão <em>split payment</em> significa pagamento dividido. Na Reforma Tributária, ela identifica o recolhimento do IBS e da CBS durante a liquidação financeira da venda ou da prestação de serviço.</p>



<p>Na prática, o pagamento será dividido em dois destinos:</p>



<ul>
<li>o valor líquido da operação seguirá para o fornecedor; e</li>



<li>a parcela correspondente ao IBS e à CBS será recolhida aos órgãos responsáveis.</li>
</ul>



<p></p>



<p>É importante observar que a separação não ocorre necessariamente no momento da compra ou da emissão da nota. O marco previsto na legislação é a liquidação financeira, ou seja, quando os recursos são efetivamente disponibilizados ao recebedor conforme o fluxo do meio de pagamento utilizado.</p>



<p>Em uma venda parcelada pelo próprio fornecedor, por exemplo, a segregação deverá ocorrer proporcionalmente na liquidação de cada parcela. Além disso, a antecipação de recebíveis não altera, por si só, a regra de recolhimento vinculada às parcelas da operação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como o split payment funcionará na prática?</h2>



<p>O funcionamento dependerá da integração entre o documento fiscal eletrônico, o sistema de pagamento e a plataforma pública compartilhada pela Receita Federal e pelo Comitê Gestor do IBS.</p>



<p>O fluxo básico deverá seguir estas etapas:</p>



<ol start="1">
<li>o fornecedor emite o documento fiscal com os dados da operação e os valores de IBS e CBS;</li>



<li>as informações necessárias vinculam a operação fiscal à transação de pagamento;</li>



<li>antes de liberar os recursos, o prestador do serviço de pagamento consulta a plataforma pública;</li>



<li>o sistema verifica o valor dos tributos registrado na nota e as parcelas do débito que já tenham sido extintas;</li>



<li>o montante ainda devido é segregado e recolhido; e</li>



<li>o fornecedor recebe o valor líquido correspondente à operação.</li>
</ol>



<p></p>



<p>Imagine uma venda de R$ 1.000 cujo documento fiscal apresente, apenas para fins de exemplo, R$ 180 de IBS e CBS. Se nenhum valor daquele débito tiver sido extinto, o sistema poderá direcionar R$ 180 ao Fisco e R$ 820 ao fornecedor. Caso parte do débito já tenha sido paga ou compensada, a plataforma deverá informar somente a diferença a segregar.</p>



<p>Portanto, o valor destacado na nota funciona como limite da operação, mas o recolhimento efetivo poderá considerar os dados existentes nos sistemas de apuração.</p>



<p><a href="https://blog.sibrax.com.br/2026/08/reforma-tributaria-o-que-revisar-antes-de-emitir-notas-fiscais/">Reforma Tributária: o que revisar antes de emitir notas fiscais</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais meios de pagamento poderão utilizar o mecanismo?</h2>



<p>O regulamento da CBS relaciona diferentes arranjos que poderão ser alcançados pelo split payment. Entre eles estão:</p>



<ul>
<li>boleto bancário;</li>



<li>Pix, em suas diferentes modalidades;</li>



<li>Transferência Eletrônica Disponível (TED);</li>



<li>Transferência Eletrônica de Fundos (TEF);</li>



<li>cartões de crédito, débito e pré-pago; e</li>



<li>vouchers e outros arranjos definidos na regulamentação.</li>
</ul>



<p></p>



<p>Entretanto, a existência dessa lista não significa que todos os meios serão ativados ao mesmo tempo. A própria legislação determina uma implementação gradual, em pelo menos duas etapas. Consequentemente, a cobertura dependerá da habilitação dos arranjos, da evolução da plataforma e dos atos conjuntos que disciplinarão o processo.</p>



<p><a href="https://blog.sibrax.com.br/2026/07/reforma-tributaria-como-evitar-erros-fiscais-na-emissao-de-notas/">Reforma tributária: como evitar erros fiscais na emissão de notas?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são as modalidades de split payment?</h2>



<p>A legislação prevê dois procedimentos: o padrão e o simplificado.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Procedimento padrão</h3>



<p>No procedimento padrão, o meio de pagamento consulta a plataforma pública antes de disponibilizar o dinheiro ao fornecedor. Dessa forma, o sistema pode identificar o valor do IBS e da CBS registrado no documento fiscal e descontar parcelas do débito que já tenham sido extintas.</p>



<p>Se a consulta não puder ser concluída, a instituição poderá segregar o valor informado para a operação. Depois, a administração tributária calculará o montante correto e transferirá ao fornecedor eventual excesso em até três dias úteis, observadas as condições regulamentares.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Procedimento simplificado</h3>



<p>Já o procedimento simplificado utiliza um percentual previamente estabelecido sobre o valor da operação. Esse percentual poderá variar por setor econômico ou contribuinte, considerando informações como alíquota média e histórico de utilização de créditos.</p>



<p>Como o cálculo simplificado não corresponde necessariamente ao débito exato daquela venda, os valores serão ajustados na apuração. Eventuais quantias recolhidas e não utilizadas deverão ser transferidas ao fornecedor conforme os prazos previstos.</p>



<p><a href="https://blog.sibrax.com.br/2026/02/reforma-tributaria-o-preenchimento-do-cbs-e-ibs-ja-e-obrigatorio/">Reforma Tributária: o preenchimento do CBS e IBS já é obrigatório?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O split payment começa em janeiro de 2027?</h2>



<p>Não de forma geral. A cobrança da CBS começa em 1º de janeiro de 2027, quando o tributo federal substituirá PIS e Cofins. Contudo, isso não significa que o sistema automático de split payment estará operacional nessa mesma data.</p>



<p>Em agosto de 2026, representantes do Comitê Gestor do IBS informaram que o mecanismo não ficará pronto para janeiro de 2027. A complexidade da integração entre administrações tributárias, instituições financeiras, arranjos de pagamento, documentos fiscais e sistemas empresariais exige mais tempo de desenvolvimento e testes.</p>



<p>A Lei Complementar nº 214/2025 e o Decreto nº 12.955/2026 já determinam que a implementação seja gradual. Na primeira etapa, ato conjunto poderá restringir o uso às transações em que o adquirente seja contribuinte do regime regular, além de estabelecer adesão facultativa e limitar os arranjos habilitados.</p>



<p>Até o momento, entretanto, ainda não foi divulgada uma nova data geral para o início do sistema automático. Portanto, é necessário acompanhar os próximos atos da Receita Federal e do Comitê Gestor do IBS, evitando confundir o começo da cobrança da CBS com a disponibilização do split payment.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Atualização 24/08 &#8211; O que está previsto para 2027</h2>



<p>TEM ATUALIZAÇÃO!</p>



<p>O split payment começa em 2027, mas não vai atingir todas as empresas, operações e meios de pagamento de uma vez.</p>



<p>Simples Nacional tradicional: empresas que permanecerem integralmente no regime ficam fora do split payment nessa etapa inicial.</p>



<p>Lucro Real, Lucro Presumido e Simples híbrido: poderão participar do mecanismo, que começa de forma facultativa e concentrado nas operações entre empresas.</p>



<p>Consumidor pessoa física: operações B2C também ficam fora inicialmente.</p>



<p>Cartão de crédito: não deverá fazer parte da primeira fase. A previsão apresentada é começar por meios como Pix, boleto, TED e TEF.</p>



<p>Simples híbrido: a empresa continua no Simples para os demais tributos, mas passa a recolher IBS e CBS pelo regime regular. Para o primeiro semestre de 2027, a opção deverá ser realizada entre 1º e 30 de setembro de 2026. (A decisão exige avaliação individual de cada negócio).</p>



<p>Transição: 2027 será apenas uma etapa da implementação. A Reforma Tributária prevê uma adaptação gradual da nova tributação sobre o consumo até 2033.</p>



<p>Ficar fora do split payment em 2027 não significa ficar fora das mudanças da Reforma Tributária.</p>



<p>Para empresas do Simples, principalmente, a escolha entre o modelo tradicional e o Simples híbrido pode afetar créditos tributários, fluxo de caixa, relação com clientes e a própria estrutura financeira da operação. Por isso, contador e empresa precisam analisar cada cenário antes da tomada de decisão.</p>



<p><em>A informação foi apresentada na segunda-feira (24.08) pela presidente da Confederação Nacional das Instituições Financeiras (CNF), Cristiane Coelho.</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual é a diferença entre split payment e Recolhimento pelo Adquirente?</h2>



<p>Enquanto o split payment depende da segregação realizada pelo prestador do serviço de pagamento, o Recolhimento pelo Adquirente (RAD) permite que o comprador sujeito ao regime regular pague o IBS e a CBS incidentes na operação.</p>



<p>O RAD poderá ser usado quando o pagamento ao fornecedor ocorrer por um instrumento que não permita a segregação automática. Nesse caso, o adquirente recolhe os tributos relacionados à compra, e o valor é utilizado para extinguir o débito do fornecedor daquela operação.</p>



<p>Em ambos os casos, o fornecedor pode receber o valor líquido. A diferença está em quem executa o recolhimento:</p>



<ul>
<li>no <strong>split payment</strong>, a separação é realizada pelo sistema de pagamento durante a liquidação; e</li>



<li>no <strong>RAD</strong>, o próprio adquirente realiza o recolhimento nas condições previstas.</li>
</ul>



<p></p>



<p>O recolhimento pelo comprador também pode antecipar a habilitação do crédito tributário relacionado à aquisição. Por isso, será uma alternativa relevante nas operações entre empresas enquanto o split payment avança gradualmente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como o novo modelo afeta o fluxo de caixa?</h2>



<p>O principal impacto financeiro está no fato de que a parcela dos tributos deixará de transitar pelo caixa do fornecedor. Empresas que hoje utilizam temporariamente o valor dos impostos como capital de giro precisarão reorganizar suas finanças.</p>



<p>Por exemplo, se uma empresa recebe o valor integral da venda e recolhe os tributos apenas semanas depois, existe um intervalo em que esse recurso permanece disponível. Com o split payment, essa disponibilidade diminui porque o fornecedor já recebe o valor líquido.</p>



<p>Consequentemente, será importante revisar:</p>



<ul>
<li>projeções de entradas líquidas;</li>



<li>necessidade de capital de giro;</li>



<li>política de preços e margens;</li>



<li>prazos concedidos aos clientes;</li>



<li>negociação com fornecedores;</li>



<li>parcelamento das vendas; e</li>



<li>antecipação de recebíveis.</li>
</ul>



<p></p>



<p>Por outro lado, o mecanismo tende a dar maior previsibilidade ao recolhimento e pode reduzir o risco de utilizar recursos que pertencem ao Fisco. Além disso, a vinculação entre pagamento e crédito tributário pode tornar mais rápido o reconhecimento dos créditos para o adquirente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que muda na rotina contábil e fiscal?</h2>



<p>Com o split payment, a conferência deixará de envolver apenas a nota e sua escrituração. A rotina deverá conciliar pelo menos três conjuntos de informações: documento fiscal, transação financeira e apuração do IBS e da CBS.</p>



<p>Uma divergência no valor da nota, na identificação do pagamento ou na vinculação entre as operações poderá provocar recolhimento incorreto, diferença na apuração ou atraso no aproveitamento do crédito. Além disso, cancelamentos, devoluções, pagamentos parciais e vendas parceladas exigirão acompanhamento específico.</p>



<p>Nesse cenário, o escritório contábil terá um papel relevante na orientação dos clientes. Será necessário explicar os efeitos sobre o caixa, revisar processos, acompanhar a qualidade dos documentos fiscais e ajudar a interpretar os relatórios de apuração e conciliação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como as empresas podem se preparar?</h2>



<p>Mesmo sem uma nova data oficial para o início do split payment, a preparação deve começar agora. Algumas medidas são fundamentais:</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Revise os documentos fiscais</h3>



<p>Os dados da nota serão utilizados para vincular a operação ao pagamento e calcular os tributos. Portanto, cadastros e parametrizações de IBS e CBS precisam estar corretos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Mapeie os meios de pagamento</h3>



<p>Identifique quanto a empresa recebe por Pix, boleto, cartões, TED e outros arranjos. Esse diagnóstico ajudará a medir quais operações poderão ser alcançadas em cada etapa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Refaça as projeções de caixa</h3>



<p>Simule o recebimento líquido das vendas, sem considerar a parcela dos tributos como recurso disponível. Dessa forma, a empresa poderá antecipar necessidades de capital de giro.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Integre as áreas responsáveis</h3>



<p>Fiscal, contabilidade, financeiro, faturamento e tecnologia precisarão compartilhar informações. Processos isolados aumentam o risco de divergências entre nota, cobrança e liquidação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">5. Acompanhe os atos oficiais</h3>



<p>A implantação dependerá de regulamentações complementares. Por isso, decisões devem ser baseadas nos atos da Receita Federal e do Comitê Gestor do IBS, e não em datas divulgadas sem confirmação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">6. Utilize sistemas preparados para a nova realidade</h3>



<p>A qualidade da emissão fiscal será decisiva para a integração com os pagamentos e a apuração. Sistemas atualizados, cadastros consistentes e informações centralizadas reduzem retrabalho e facilitam a conferência.</p>



<p><a href="https://blog.sibrax.com.br/2025/09/reforma-tributaria-o-que-sua-empresa-precisa-fazer-hoje-para-nao-sofrer-em-2026/">Reforma Tributária: o que sua empresa precisa fazer hoje para não sofrer em 2026</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">A preparação começa antes da ativação do split payment</h2>



<p>O adiamento do sistema automático oferece mais tempo para adaptação, mas não reduz a dimensão da mudança. Quando o split payment entrar em operação, seus efeitos alcançarão faturamento, fluxo de caixa, crédito tributário, conciliação e controles internos.</p>



<p>Por isso, a melhor estratégia é preparar a base desde já. A emissão correta dos documentos fiscais, a organização dos cadastros e a integração das informações serão fundamentais para acompanhar o novo modelo.</p>



<p>O <strong><a href="https://novo.sibrax.com.br/produtos/sistema-emissor-documentos-fiscais-nfe-nfce-nfse-mdfe/">Emissor Web da Sibrax</a></strong> ajuda empresas e escritórios contábeis a organizar a emissão de documentos fiscais em nuvem, com cadastros de produtos e clientes e recursos de gestão integrados. Assim, a rotina fica mais preparada para acompanhar as mudanças da Reforma Tributária.</p>



<p><strong>Modernize sua emissão fiscal e prepare sua empresa para as próximas etapas da Reforma Tributária. Conheça o <a href="https://novo.sibrax.com.br/produtos/sistema-emissor-documentos-fiscais-nfe-nfce-nfse-mdfe/">Emissor Web da Sibrax</a> e solicite uma demonstração gratuita.</strong></p>
<p>O post <a href="https://blog.sibrax.com.br/2026/08/split-payment-na-reforma-tributaria-o-que-muda-na-forma-de-recolher-os-tributos-sobre-o-consumo/">Split payment na Reforma Tributária: o que muda na forma de recolher os tributos sobre o consumo?</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.sibrax.com.br">Blog Sibrax Software</a>.</p>
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		<title>Reforma Tributária: o que revisar antes de emitir notas fiscais</title>
		<link>https://blog.sibrax.com.br/2026/08/reforma-tributaria-o-que-revisar-antes-de-emitir-notas-fiscais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Janaína Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 18:03:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do Fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias sobre Notas Fiscais Eletrônicas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.sibrax.com.br/?p=25910</guid>

					<description><![CDATA[<p>Saiba como a Reforma Tributária afeta a emissão de notas fiscais, quais cadastros revisar e como evitar erros, retrabalho e falhas no faturamento.</p>
<p>O post <a href="https://blog.sibrax.com.br/2026/08/reforma-tributaria-o-que-revisar-antes-de-emitir-notas-fiscais/">Reforma Tributária: o que revisar antes de emitir notas fiscais</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.sibrax.com.br">Blog Sibrax Software</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Reforma Tributária do Consumo deixou de ser apenas um assunto para planejamento e passou a fazer parte da operação das empresas. Em 2026, os documentos fiscais eletrônicos começaram a receber os campos relacionados ao Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e à Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), exigindo mudanças nos sistemas, nos cadastros e na forma como cada operação é classificada.</p>



<p>Embora a transição seja gradual, a adaptação não deve ser tratada como uma tarefa exclusivamente técnica. Uma informação incorreta pode provocar inconsistências, retrabalho e, quando as respectivas regras de validação estiverem ativas, a rejeição do documento fiscal. Consequentemente, uma falha aparentemente pequena pode atrasar vendas, entregas e recebimentos.</p>



<p>Por isso, preparar a emissão de notas fiscais para a Reforma Tributária não significa apenas atualizar o software. É necessário revisar a qualidade dos dados que alimentam o documento, definir responsabilidades e criar uma rotina de conferência que acompanhe as novas exigências.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que mudou na nota fiscal com o IBS e a CBS?</h2>



<p>Os novos tributos alteram o leiaute dos documentos fiscais eletrônicos e acrescentam informações necessárias à identificação do tratamento tributário de cada operação. Entre elas, ganham destaque o Código de Situação Tributária do IBS e da CBS, conhecido como CST, e o Código de Classificação Tributária, chamado de cClassTrib.</p>



<p>Além disso, os documentos passam a reunir bases de cálculo, alíquotas, valores dos tributos e informações específicas para hipóteses como redução, isenção, diferimento, tributação monofásica e crédito presumido, conforme o caso.</p>



<p>Em outras palavras, não basta saber que determinado item está sujeito ao IBS e à CBS. É preciso identificar como aquela operação deve ser tratada, considerando o produto ou serviço, o regime tributário, o destinatário, a finalidade e eventuais benefícios previstos na legislação.</p>



<p>Durante 2026, considerado o ano de teste do novo modelo, as alíquotas de teste são de 0,1% para o IBS e 0,9% para a CBS. Conforme as orientações oficiais, o contribuinte que cumprir as obrigações acessórias nos termos das normas e notas técnicas vigentes fica dispensado do recolhimento desses tributos no período de teste.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os prazos para os documentos fiscais?</h2>



<p>O calendário oficial foi regulamentado pelo <strong>Ato Conjunto RFB/CGIBS nº 4/2026</strong> e estabelece diferentes fases de obrigatoriedade:</p>



<ul>
<li><strong>3 de agosto de 2026:</strong> início para Nota Fiscal Eletrônica (<strong>NF-e</strong>), Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (<strong>NFC-e</strong>), Conhecimento de Transporte Eletrônico (<strong>CT-e</strong>), CT-e para Outros Serviços (<strong>CT-e OS</strong>), Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (<strong>MDF-e</strong>), Nota Fiscal de Energia Elétrica Eletrônica (<strong>NF3e</strong>) e outros documentos específicos de transporte e circulação de bens.</li>



<li><strong>1º de outubro de 2026:</strong> início para a Nota Fiscal Fatura de Serviços de Comunicação Eletrônica (<strong>NFCom</strong>), parte das Notas Fiscais de Serviços Eletrônicas (<strong>NFS-e</strong>), Declaração de Importação de Remessa (<strong>DIR</strong>) e primeira fase da Declaração de Regimes Específicos (<strong>DeRE</strong>).</li>



<li><strong>15 de novembro de 2026:</strong> início da segunda fase da <strong>DeRE</strong>, destinada aos eventos periódicos mensais.</li>



<li><strong>1º de dezembro de 2026:</strong> ampliação para outras modalidades de <strong>NFS-e</strong> e documentos específicos, como determinados bilhetes de passagem, notas de água, saneamento e gás, operações realizadas por plataformas digitais e emissões de NF-e por sujeitos passivos do IBS e da CBS que não sejam contribuintes do ICMS.</li>



<li><strong>1º de janeiro de 2027:</strong> obrigatoriedade para os documentos fiscais dos contribuintes optantes pelo <strong>Simples Nacional</strong>, além da declaração única de importação (<strong>Duimp</strong>) – cujo o prazo também se aplica a NF-e emitida na importação de bens materiais, NF-e com tributação monofásica e a última fase da deRE.</li>
</ul>



<p></p>



<p>Portanto, antes de alterar a rotina de um cliente, o escritório contábil deve verificar o modelo de documento utilizado, o enquadramento do contribuinte e a data aplicável à operação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">As notas sem os campos do IBS e da CBS estão sendo rejeitadas?</h2>



<p>Este ponto exige atenção!</p>



<p>O cronograma oficial de implementação continua válido e a obrigação de adequação ao novo modelo não foi suspensa. Entretanto, o início das validações que provocariam a rejeição automática de determinados documentos pela ausência de informações do IBS e da CBS foi adiado.</p>



<p>Na prática, NF-e, NFC-e e outros documentos abrangidos pela medida podem ser autorizados mesmo sem todos esses campos durante o período de flexibilização. Contudo, isso não significa que as empresas estejam dispensadas de preencher as informações ou que possam interromper os ajustes.</p>



<p>A flexibilização foi adotada para evitar que dificuldades operacionais paralisassem o faturamento durante a transição. Assim, ela funciona como um período adicional de adaptação, e não como cancelamento da obrigação.</p>



<p>Consequentemente, a empresa que ainda não concluiu a parametrização deve aproveitar esse intervalo para revisar cadastros, testar o emissor e corrigir inconsistências. Afinal, quando as validações forem ativadas, informações incompletas ou incompatíveis poderão impedir a autorização da nota.</p>



<p><a href="https://blog.sibrax.com.br/2026/02/reforma-tributaria-o-preenchimento-do-cbs-e-ibs-ja-e-obrigatorio/">Reforma Tributária: o preenchimento do CBS e IBS já é obrigatório?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que muitos erros começam antes da emissão da nota?</h2>



<p>O documento fiscal é o resultado de várias informações cadastradas previamente. Quando o usuário seleciona um produto, cliente ou natureza de operação, o sistema utiliza esses dados para montar o arquivo que será transmitido à administração tributária.</p>



<p>Por esse motivo, um cadastro desatualizado pode repetir o mesmo erro em dezenas ou centenas de notas. O problema nem sempre está no momento em que o botão de emissão é acionado, mas na informação que já estava gravada no sistema.</p>



<p>Com a Reforma Tributária, essa dependência aumenta. O CST e o cClassTrib precisam ser coerentes entre si e com o tratamento legal aplicável à operação. Ao mesmo tempo, dados já utilizados na rotina fiscal, como NCM, CEST, quando aplicável, e GTIN, nas situações em que deve ser informado, continuam exigindo atenção.</p>



<p>Portanto, tentar corrigir cada nota individualmente pode gerar retrabalho sem resolver a origem da inconsistência. O caminho mais seguro é revisar a base cadastral e estabelecer regras de preenchimento antes que os documentos sejam emitidos.</p>



<p><a href="https://blog.sibrax.com.br/2025/10/como-vai-funcionar-a-emissao-de-nf-e-e-nfc-e-com-a-reforma-tributaria/">Como vai funcionar a emissão de NF-e e NFC-e com a Reforma Tributária?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que deve ser revisado no cadastro de produtos e serviços?</h2>



<p>Uma revisão eficiente precisa ir além da identificação de campos vazios. O objetivo é verificar se as informações representam corretamente aquilo que a empresa vende e como a operação deve ser tributada.</p>



<p>Entre os principais pontos de atenção estão:</p>



<ul>
<li>Descrição clara e padronizada do produto ou serviço;</li>



<li>NCM compatível com a mercadoria;</li>



<li>CEST nas operações em que a informação for aplicável;</li>



<li>GTIN correto, quando houver obrigação ou utilização desse identificador;</li>



<li>CST do IBS e da CBS;</li>



<li>cClassTrib compatível com o CST e com o fundamento legal;</li>



<li>Unidade de medida e dados comerciais;</li>



<li>Benefícios, reduções ou tratamentos específicos;</li>



<li>Regras aplicáveis a devoluções, bonificações, transferências e outras operações; e</li>



<li>Informações do destinatário que influenciem a tributação.</li>
</ul>



<p></p>



<p>Além disso, itens semelhantes não devem ser classificados automaticamente como se fossem idênticos. Diferenças de composição, finalidade ou destinação podem alterar o tratamento tributário. Por isso, a revisão precisa combinar análise fiscal, conhecimento do cadastro e validação dentro do emissor.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais problemas uma parametrização incorreta pode causar?</h2>



<p>Enquanto as validações específicas permanecem flexibilizadas, algumas notas podem ser autorizadas mesmo com ausência de determinados campos do IBS e da CBS. Entretanto, outros erros de preenchimento continuam sujeitos às regras já existentes, e as informações incorretas podem gerar efeitos posteriores.</p>



<p>Entre os principais riscos estão:</p>



<ul>
<li>Rejeição do documento quando a regra correspondente estiver ativa;</li>



<li>Necessidade de cancelamento ou emissão de documentos de correção;</li>



<li>Divergências entre a nota e a escrituração fiscal;</li>



<li>Retrabalho para a empresa e para o escritório contábil;</li>



<li>Atrasos na liberação de mercadorias e no atendimento ao cliente;</li>



<li>Inconsistências na apuração assistida dos novos tributos; e</li>



<li>Interrupções no faturamento quando a correção não é imediata.</li>
</ul>



<p></p>



<p>Além do impacto fiscal, existe um efeito operacional. Se apenas uma pessoa souber como corrigir as notas, por exemplo, a empresa cria uma dependência que pode comprometer a continuidade das vendas. Portanto, a adaptação também deve envolver documentação e treinamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como o escritório contábil pode orientar os clientes?</h2>



<p>O contador tem um papel estratégico na transição, principalmente porque muitos empresários ainda enxergam a nota fiscal apenas como um comprovante da venda. Com o novo modelo, o documento será cada vez mais relevante para a apuração e para o aproveitamento de créditos.</p>



<p>Primeiramente, o escritório pode mapear quais clientes emitem NF-e, NFC-e, NFS-e ou outros documentos e identificar o prazo aplicável a cada um. Em seguida, deve orientar sobre a revisão dos cadastros e definir quem será responsável por validar as classificações.</p>



<p>Também é recomendável criar um canal para comunicar alterações. Se um produto mudar de composição ou se a empresa iniciar uma nova operação, a contabilidade precisa receber a informação antes que o cadastro seja replicado em novas notas.</p>



<p>Por fim, vale registrar as decisões tomadas. Uma planilha de controle, um relatório do sistema ou um procedimento interno ajuda a explicar por que determinada classificação foi adotada e facilita futuras revisões.</p>



<p><a href="https://blog.sibrax.com.br/2025/09/reforma-tributaria-o-que-sua-empresa-precisa-fazer-hoje-para-nao-sofrer-em-2026/">Reforma Tributária: o que sua empresa precisa fazer hoje para não sofrer em 2026</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Checklist para preparar a emissão de notas fiscais</h2>



<p>Para organizar a adequação, empresas e escritórios podem seguir uma sequência prática:</p>



<ol start="1">
<li>Identificar os documentos fiscais emitidos e os respectivos prazos;</li>



<li>Confirmar o regime tributário e as operações realizadas;</li>



<li>Atualizar o <a href="https://novo.sibrax.com.br/produtos/sistema-emissor-documentos-fiscais-nfe-nfce-nfse-mdfe/">sistema emissor </a>e acompanhar as notas técnicas;</li>



<li>Revisar o cadastro de produtos, serviços e clientes;</li>



<li>Definir CST e cClassTrib conforme o tratamento de cada operação;</li>



<li>Testar a emissão antes de utilizar as novas configurações em escala;</li>



<li>Analisar mensagens de autorização e rejeição;</li>



<li>Treinar as pessoas responsáveis pelo faturamento; e</li>



<li>Manter uma rotina periódica de revisão cadastral.</li>
</ol>



<p></p>



<p>Essa organização reduz correções emergenciais e prepara a empresa para as próximas etapas da Reforma Tributária.</p>



<p><a href="https://blog.sibrax.com.br/2026/07/reforma-tributaria-como-evitar-erros-fiscais-na-emissao-de-notas/">Reforma tributária: como evitar erros fiscais na emissão de notas?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">A tecnologia precisa acompanhar a nova rotina fiscal</h2>



<p>O aumento do número de campos e regras torna a emissão manual mais vulnerável a falhas. Por isso, o <strong><a href="https://novo.sibrax.com.br/produtos/sistema-emissor-documentos-fiscais-nfe-nfce-nfse-mdfe/">sistema emissor</a></strong> passa a ter um papel ainda mais importante na padronização dos dados e na produtividade da operação.</p>



<p>Entretanto, tecnologia e cadastro precisam trabalhar juntos. Um emissor atualizado não corrige sozinho uma classificação tributária definida incorretamente. </p>



<p>O <strong><a href="https://novo.sibrax.com.br/produtos/sistema-emissor-documentos-fiscais-nfe-nfce-nfse-mdfe/">Emissor Web da Sibrax</a></strong> reúne a emissão de documentos fiscais com recursos de gestão, cadastros de produtos e clientes, controle de estoque, fluxo de caixa, orçamentos e pedidos. Como funciona em nuvem, pode ser acessado por diferentes dispositivos conectados à internet e não exige backup manual dos dados.</p>



<p>Além disso, a Sibrax oferece suporte on-line para auxiliar os usuários e simplificar a rotina de emissão.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Preparar o cadastro agora reduz riscos nas próximas etapas</h2>



<p>A flexibilização temporária das validações oferece tempo adicional, mas não elimina a obrigação de adequação. Pelo contrário, o momento deve ser usado para revisar informações, testar processos e corrigir a origem dos erros antes que eles afetem o faturamento.</p>



<p>Com cadastros confiáveis, responsabilidades definidas e um sistema preparado para a rotina fiscal, a empresa reduz retrabalho e ganha mais segurança para atravessar a transição da Reforma Tributária.</p>



<p><strong>Quer modernizar a emissão de notas da sua empresa? Conheça o <a href="https://novo.sibrax.com.br/produtos/sistema-emissor-documentos-fiscais-nfe-nfce-nfse-mdfe/">Emissor Web da Sibrax</a>, solicite uma demonstração gratuita e tenha uma solução completa para emitir documentos fiscais e organizar a gestão do negócio.</strong></p>
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		<title>Reforma tributária: como evitar erros fiscais na emissão de notas?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Janaína Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 13:35:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias sobre Notas Fiscais Eletrônicas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.sibrax.com.br/?p=25867</guid>

					<description><![CDATA[<p>Saiba como emitir nota fiscal corretamente na Reforma Tributária. Entenda as mudanças na NF-e, NFC-e e demais documentos fiscais, conheça os novos campos de IBS e CBS e descubra como evitar rejeições e inconsistências fiscais.</p>
<p>O post <a href="https://blog.sibrax.com.br/2026/07/reforma-tributaria-como-evitar-erros-fiscais-na-emissao-de-notas/">Reforma tributária: como evitar erros fiscais na emissão de notas?</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.sibrax.com.br">Blog Sibrax Software</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Reforma Tributária não alterou apenas a forma de calcular tributos. Ela também mudou a maneira como as informações fiscais passam a ser registradas, transmitidas e validadas pelos órgãos responsáveis pela administração tributária.</p>



<p>Na prática, a nota fiscal deixa de ser apenas um documento que formaliza uma operação comercial e assume uma função ainda mais estratégica. A partir de 2026, ela passa a concentrar informações fundamentais para a apuração do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), tornando-se um dos principais instrumentos de controle do novo modelo tributário.</p>



<p>Isso significa que qualquer inconsistência na emissão poderá provocar rejeições, divergências fiscais, dificuldades na escrituração e até problemas futuros em fiscalizações.</p>



<p>Diante desse cenário, empresas, profissionais da área fiscal e contadores precisam entender o que muda e quais cuidados serão indispensáveis durante a emissão dos documentos fiscais eletrônicos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que a nota fiscal passa a ser ainda mais relevante?</h2>



<p>No sistema tributário atual, muitos cálculos são realizados posteriormente, durante a escrituração fiscal.</p>



<p>Com a Reforma Tributária, entretanto, grande parte das informações passa a nascer diretamente na emissão da nota fiscal.</p>



<p>Em outras palavras, o documento eletrônico se transforma na principal fonte de dados utilizada para:</p>



<ul>
<li>apuração do IBS;</li>



<li>apuração da CBS;</li>



<li>geração de créditos tributários;</li>



<li>cruzamento eletrônico das informações;</li>



<li>validações automáticas realizadas pelo Fisco.</li>
</ul>



<p>Quanto mais precisa for a emissão da nota, menores serão os riscos de inconsistências fiscais e retrabalho operacional.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais documentos fiscais sofrem alterações?</h2>



<p>As mudanças não se limitam à Nota Fiscal Eletrônica (NF-e).</p>



<p>Os novos leiautes também alcançam diversos documentos fiscais eletrônicos utilizados diariamente pelas empresas.</p>



<p>Entre eles estão:</p>



<ul>
<li>NF-e (Nota Fiscal Eletrônica);</li>



<li>NFC-e (Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica);</li>



<li>CT-e;</li>



<li>CT-e OS;</li>



<li>NFS-e;</li>



<li>NFCom;</li>



<li>NF3e;</li>



<li>BP-e.</li>
</ul>



<p>Todos esses documentos passam a incorporar informações relacionadas ao IBS e à CBS, respeitando as especificações técnicas definidas para cada modelo fiscal.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que muda na emissão da nota fiscal?</h2>



<p>Embora visualmente a nota continue bastante semelhante, sua estrutura interna sofreu alterações importantes.</p>



<p>Os arquivos XML passam a contar com novos grupos de informações destinados aos tributos criados pela Reforma Tributária.</p>



<p>Entre as principais novidades estão:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Destaque individual do IBS e da CBS</h3>



<p>Os novos tributos deixam de ser tratados apenas na apuração e passam a aparecer diretamente nos documentos fiscais.</p>



<p>Isso aumenta a transparência da operação e permite que o sistema tributário realize validações automáticas das informações.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Novos campos técnicos</h3>



<p>Os leiautes passam a incluir informações como:</p>



<ul>
<li>classificação tributária (cClassTrib);</li>



<li>valores de IBS;</li>



<li>valores de CBS;</li>



<li>bases de cálculo;</li>



<li>alíquotas;</li>



<li>créditos presumidos;</li>



<li>informações específicas de regimes tributários.</li>
</ul>



<p>Esses campos precisam ser corretamente parametrizados pelos sistemas emissores para evitar erros na autorização da nota.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Os principais erros que podem comprometer a emissão</h2>



<p>A chegada da Reforma Tributária aumenta significativamente a dependência de cadastros corretos e sistemas atualizados.</p>



<p>Entre os erros mais comuns estão:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Sistema emissor desatualizado</h3>



<p>Utilizar um emissor que ainda não esteja adequado aos novos leiautes pode impedir a emissão da nota ou gerar informações incorretas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Cadastro tributário incompleto</h3>



<p>Produtos, serviços, clientes e operações precisam possuir classificação tributária consistente.</p>



<p>Um cadastro incorreto pode comprometer toda a emissão.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Parametrização fiscal inadequada</h3>



<p>Mesmo utilizando um bom sistema, configurações equivocadas podem resultar em cálculo incorreto dos tributos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Divergências entre XML e escrituração</h3>



<p>As informações emitidas precisam ser compatíveis com as obrigações acessórias.</p>



<p>Caso contrário, aumentam as chances de inconsistências identificadas pelos cruzamentos eletrônicos do Fisco.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Classificação incorreta das operações</h3>



<p>A definição da tributação aplicável passa a ter impacto ainda maior na geração de créditos e na apuração do IBS e da CBS.</p>



<p>Erros de classificação podem gerar retrabalho, retificações e riscos fiscais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como as empresas podem se preparar?</h2>



<p>A adaptação não depende apenas da atualização do sistema. É importante revisar toda a rotina de emissão.</p>



<p>Algumas medidas fazem diferença:</p>



<ul>
<li>atualizar o emissor de notas;</li>



<li>revisar o cadastro de produtos e serviços;</li>



<li>conferir regras tributárias;</li>



<li>validar integrações entre faturamento, estoque e contabilidade;</li>



<li>acompanhar novas Notas Técnicas;</li>



<li>capacitar as equipes fiscal e financeira.</li>
</ul>



<p>Quanto antes essas ações forem realizadas, menor será o impacto da transição.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O papel da tecnologia nessa nova fase</h2>



<p>A Reforma Tributária exige muito mais do que simples atualizações de layout.</p>



<p>Ela demanda sistemas preparados para acompanhar constantes alterações legais, novas validações e futuras evoluções dos documentos fiscais.</p>



<p>Por isso, contar com um emissor atualizado reduz riscos e proporciona mais tranquilidade para empresas de qualquer segmento.</p>



<p>Além de garantir conformidade com a legislação, uma solução moderna oferece:</p>



<ul>
<li>atualizações automáticas;</li>



<li>emissão em nuvem;</li>



<li>maior estabilidade operacional;</li>



<li>armazenamento seguro dos documentos;</li>



<li>integração com outras rotinas da empresa;</li>



<li>redução de erros manuais.</li>
</ul>



<p>Na prática, a tecnologia passa a ser uma aliada indispensável para manter a operação funcionando com segurança diante das mudanças trazidas pela Reforma Tributária.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O Emissor de Notas Sibrax está preparado para a Reforma Tributária</h2>



<p>As mudanças fiscais exigem rapidez na adaptação dos sistemas. Pensando nisso, o <strong><a href="https://novo.sibrax.com.br/produtos/sistema-emissor-documentos-fiscais-nfe-nfce-nfse-mdfe/">Emissor de Notas Sibrax</a></strong> acompanha continuamente a evolução da legislação brasileira para oferecer uma solução atualizada, segura e preparada para os novos desafios fiscais.</p>



<p>Nosso emissor web já está preparado para atender às exigências relacionadas aos novos documentos fiscais eletrônicos e às adequações previstas pela Reforma Tributária, incluindo os novos leiautes e informações exigidas para emissão dos documentos fiscais.</p>



<p>Além disso, a plataforma permite emitir diversos documentos fiscais eletrônicos em um único ambiente, totalmente em nuvem, oferecendo mais praticidade, segurança e mobilidade para empresas de todos os portes.</p>



<p>Entre os diferenciais do <strong><a href="https://novo.sibrax.com.br/produtos/sistema-emissor-documentos-fiscais-nfe-nfce-nfse-mdfe/">Emissor de Notas Sibrax </a></strong>estão:</p>



<ul>
<li>Emissão 100% em nuvem;</li>



<li>Atualizações constantes conforme a legislação;</li>



<li>Interface intuitiva e fácil de utilizar;</li>



<li>Armazenamento seguro dos documentos;</li>



<li>Agilidade na emissão;</li>



<li>Suporte especializado.</li>
</ul>



<p>Assim, sua empresa pode acompanhar as mudanças da legislação com mais tranquilidade e manter a conformidade fiscal sem interromper a operação.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Conclusão</h1>



<p>A Reforma Tributária inaugura uma nova etapa para a emissão de documentos fiscais no Brasil. Mais do que atender às exigências legais, emitir notas fiscais corretamente passa a ser uma condição essencial para garantir segurança tributária, evitar rejeições e preservar a eficiência operacional.</p>



<p>Nesse cenário, a atualização dos sistemas, a revisão dos cadastros e o acompanhamento das mudanças legais deixam de ser diferenciais e passam a fazer parte da rotina das empresas.</p>



<p>Quem investe em tecnologia preparada para acompanhar a legislação reduz riscos, ganha produtividade e enfrenta essa transição com muito mais confiança.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conheça o Emissor de Notas Sibrax</h2>



<p>Se a sua empresa procura um emissor moderno, atualizado e preparado para acompanhar as mudanças da Reforma Tributária, conheça o <strong><a href="https://novo.sibrax.com.br/produtos/sistema-emissor-documentos-fiscais-nfe-nfce-nfse-mdfe/">Emissor de Notas Sibrax</a></strong>.</p>



<p>Nossa solução é<strong> 100% em nuvem</strong>, acompanha as constantes atualizações fiscais e permite emitir os principais documentos fiscais eletrônicos utilizados no Brasil com segurança, praticidade e confiabilidade.</p>



<p>Acesse <strong><a href="https://novo.sibrax.com.br/produtos/sistema-emissor-documentos-fiscais-nfe-nfce-nfse-mdfe/">www.sibrax.com.br</a></strong> e descubra como simplificar sua gestão fiscal com uma tecnologia preparada para o presente e para o futuro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Empresas têm até julho para adaptar a emissão de notas fiscais</title>
		<link>https://blog.sibrax.com.br/2026/06/empresas-tem-ate-julho-para-adaptar-a-emissao-de-notas-fiscais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Janaína Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 12:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do Fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias sobre Notas Fiscais Eletrônicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A partir de agosto, notas emitidas sem os novos campos da Reforma Tributária poderão ser rejeitadas automaticamente.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>A partir de agosto, notas emitidas sem os novos campos da Reforma Tributária poderão ser rejeitadas automaticamente.</em></p>



<p>A Reforma Tributária está avançando e as empresas precisam se preparar desde já. Veja o que fazer!</p>



<p>Até 31 de julho de 2026, os sistemas emissores deverão estar adequados às novas exigências relacionadas ao IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e à CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços).</p>



<p>Sendo assim, a partir de agosto, documentos emitidos sem as novas informações poderão ser rejeitados automaticamente pelos sistemas fiscais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que muda?</h3>



<p>Documentos como NF-e, NFC-e, CT-e e NFS-e passam a exigir campos específicos para informar IBS e CBS.</p>



<p>Isso significa que sistemas emissores, ERPs e plataformas fiscais precisarão estar devidamente atualizados para atender às novas regras de validação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Quais os riscos de não se adequar?</h3>



<p>Rejeição automática das notas fiscais<br>Interrupção do faturamento<br>Retrabalho operacional<br>Atrasos na emissão de documentos<br>Riscos de não conformidade fiscal</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que fazer agora?</h3>



<ul>
<li>Verifique se o seu <a href="https://novo.sibrax.com.br/produtos/sistema-emissor-documentos-fiscais-nfe-nfce-nfse-mdfe/">sistema emissor</a> já está preparado para a Reforma Tributária.</li>



<li>Revise parametrizações e cadastros fiscais.</li>



<li>Realize testes antes da obrigatoriedade.</li>
</ul>



<p>Na Sibrax, nosso <a href="https://novo.sibrax.com.br/produtos/sistema-emissor-documentos-fiscais-nfe-nfce-nfse-mdfe/">emissor de notas</a> está em constante evolução para acompanhar todas as exigências legais e fiscais do país, incluindo as mudanças da Reforma Tributária.</p>



<p>Se você procura uma solução completa, integrada e preparada para o futuro, fale com nossa equipe e conheça o <strong><a href="https://novo.sibrax.com.br/produtos/sistema-emissor-documentos-fiscais-nfe-nfce-nfse-mdfe/">Emissor Web Sibrax</a></strong>.</p>



<p>Teste gratuitamente por 30 dias: <a href="https://novo.sibrax.com.br/produtos/sistema-emissor-documentos-fiscais-nfe-nfce-nfse-mdfe/">clique aqui</a>.<br>www.sibrax.com.br | (43) 3372-1330</p>
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			</item>
		<item>
		<title>NFCom: o que é, quem deve emitir e como esse documento fiscal está transformando o setor de comunicação</title>
		<link>https://blog.sibrax.com.br/2026/06/nfcom-o-que-e-quem-deve-emitir-e-como-esse-documento-fiscal-esta-transformando-o-setor-de-comunicacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Janaína Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 17:35:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias sobre Notas Fiscais Eletrônicas]]></category>
		<category><![CDATA[NfCom]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.sibrax.com.br/?p=25812</guid>

					<description><![CDATA[<p>Entenda o que é a NFCom, quem deve emitir, quais documentos ela substitui, como funciona a implantação no Brasil e quais os impactos para empresas de telecomunicações e provedores de internet.</p>
<p>O post <a href="https://blog.sibrax.com.br/2026/06/nfcom-o-que-e-quem-deve-emitir-e-como-esse-documento-fiscal-esta-transformando-o-setor-de-comunicacao/">NFCom: o que é, quem deve emitir e como esse documento fiscal está transformando o setor de comunicação</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.sibrax.com.br">Blog Sibrax Software</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Nos últimos anos, a digitalização dos documentos fiscais avançou em praticamente todos os setores da economia brasileira. NF-e, NFC-e, CT-e e MDF-e já fazem parte da rotina de milhares de empresas. Agora, chegou a vez do setor de comunicação e telecomunicações passar por uma das maiores mudanças de sua história fiscal: <strong>a implantação da NFCom.</strong></p>



<p>Embora o tema ainda gere dúvidas, a NFCom não é apenas uma nova obrigação acessória. Na prática, ela representa uma modernização completa da forma como serviços de comunicação são documentados, transmitidos e fiscalizados.</p>



<p>Para empresas de telecomunicações, provedores de internet, operadoras de telefonia, TV por assinatura e demais prestadores de serviços de comunicação, entender esse documento tornou-se indispensável.</p>



<p>Neste artigo, você vai entender o que é a NFCom, quem está obrigado a emitir, quais documentos ela substitui, como funciona sua autorização e quais impactos ela traz para a gestão fiscal.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é a NFCom?</h2>



<p>A NFCom, sigla para <strong>Nota Fiscal Fatura de Serviços de Comunicação Eletrônica</strong>, é o documento fiscal eletrônico modelo 62 criado para registrar prestações de serviços de comunicação e telecomunicações. Sua instituição ocorreu por meio do Ajuste SINIEF 07/2022.</p>



<p>Assim como acontece com a NF-e, a NFCom possui existência exclusivamente digital e somente tem validade jurídica após a autorização da Secretaria da Fazenda competente.</p>



<p>O objetivo é substituir modelos antigos utilizados pelo setor, trazendo mais padronização, segurança e integração entre empresas e administrações tributárias.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais documentos a NFCom substitui?</h2>



<p>A NFCom foi criada para substituir dois documentos tradicionalmente utilizados pelas empresas de comunicação:</p>



<ul>
<li>Nota Fiscal de Serviço de Comunicação (Modelo 21);</li>



<li>Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicação (Modelo 22).</li>
</ul>



<p>Com isso, as empresas deixam de trabalhar com diferentes modelos e passam a utilizar um documento eletrônico nacional padronizado.</p>



<p>Essa mudança simplifica processos fiscais e permite um acompanhamento mais eficiente das operações pelo Fisco.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quem deve emitir a NFCom?</h2>



<p>A obrigatoriedade alcança empresas que prestam serviços de comunicação e telecomunicações, incluindo atividades como:</p>



<ul>
<li>Provedores de internet;</li>



<li>Operadoras de telefonia fixa;</li>



<li>Operadoras de telefonia móvel;</li>



<li>Empresas de TV por assinatura;</li>



<li>Prestadores de comunicação multimídia;</li>



<li>Outras empresas enquadradas nos CNAEs relacionados ao setor de telecomunicações.</li>
</ul>



<p>Na prática, qualquer organização que atualmente emite documentos fiscais dos modelos 21 ou 22 deverá migrar para a NFCom.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como funciona a emissão da NFCom?</h2>



<p>O funcionamento é semelhante ao de outros documentos fiscais eletrônicos já conhecidos pelo mercado.</p>



<p>O processo ocorre da seguinte forma:</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Geração do XML</h3>



<p>A empresa gera o arquivo eletrônico contendo todas as informações da prestação do serviço.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Assinatura digital</h3>



<p>O documento é assinado digitalmente por meio de certificado digital, garantindo autenticidade e integridade das informações.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Envio à Secretaria da Fazenda</h3>



<p>O XML é transmitido eletronicamente para autorização.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Validação fiscal</h3>



<p>A Secretaria da Fazenda realiza diversas validações automáticas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">5. Autorização de uso</h3>



<p>Após aprovação, a NFCom recebe autorização e passa a possuir validade jurídica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais informações constam na NFCom?</h2>



<p>A NFCom foi desenvolvida para comportar a complexidade das operações de telecomunicações.</p>



<p>Entre as informações normalmente registradas estão:</p>



<ul>
<li>Dados do emitente;</li>



<li>Dados do tomador do serviço;</li>



<li>Descrição dos serviços prestados;</li>



<li>Valores cobrados;</li>



<li>Tributos incidentes;</li>



<li>Período de faturamento;</li>



<li>Informações contratuais;</li>



<li>Dados de autenticação e validação fiscal.</li>
</ul>



<p>Isso permite maior rastreabilidade das operações e reduz inconsistências entre faturamento e escrituração.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os benefícios da NFCom?</h2>



<p>Embora inicialmente seja vista apenas como uma obrigação fiscal, a NFCom oferece vantagens importantes.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Maior segurança jurídica</h3>



<p>Como todo o processo ocorre eletronicamente, há redução significativa de erros manuais e divergências documentais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Padronização nacional</h3>



<p>Empresas que atuam em vários estados passam a trabalhar com um modelo unificado.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Fiscalização em tempo real</h3>



<p>As informações chegam instantaneamente ao ambiente fiscal, reduzindo riscos de inconsistências futuras.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Redução de obrigações acessórias</h3>



<p>Em diversos estados, a implantação da NFCom tende a simplificar controles paralelos anteriormente exigidos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Mais integração tecnológica</h3>



<p>Sistemas emissores, ERPs e plataformas fiscais podem trabalhar de forma mais integrada, reduzindo retrabalho operacional.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando a NFCom se tornou obrigatória?</h2>



<p>O cronograma nacional definiu a obrigatoriedade da NFCom para as empresas enquadradas no setor de comunicação desde novembro de 2025. Por esse motivo, atualmente a NFCom já faz parte da rotina fiscal das empresas obrigadas, substituindo definitivamente os modelos 21 e 22.</p>



<p>É importante lembrar que muitos estados já disponibilizavam ambientes de homologação e emissão facultativa para testes, em ambiente de produção podem estabelecer prazos, períodos de transição e regras específicas para os contribuintes de sua jurisdição. Por isso, recomenda-se a consulta periódica às normas estaduais para confirmação das datas de exigência aplicáveis a cada empresa.</p>



<h1 class="wp-block-heading">A NFCom tem relação com a Reforma Tributária?</h1>



<p>Sim.</p>



<p>Embora a NFCom tenha sido criada antes da implementação completa da Reforma Tributária, ela já nasce alinhada ao movimento de modernização fiscal brasileiro.</p>



<p>A tendência é que os documentos eletrônicos passem a ter papel ainda mais relevante nos próximos anos, especialmente diante da chegada dos novos tributos sobre consumo, como IBS e CBS.</p>



<p>Nesse cenário, documentos fiscais eletrônicos robustos e integrados serão fundamentais para garantir apurações corretas e conformidade tributária.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Como escolher um sistema para emitir NFCom?</h1>



<p>A emissão desse documento exige tecnologia preparada para atender os requisitos fiscais do projeto.</p>



<p>Ao avaliar uma solução, é importante observar:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Atualização constante da legislação</h3>



<p>As regras fiscais evoluem continuamente e o sistema precisa acompanhar essas mudanças.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Emissão em nuvem</h3>



<p>Permite acesso de qualquer lugar, maior disponibilidade e redução de dependência de infraestrutura local.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Segurança das informações</h3>



<p>Documentos fiscais exigem armazenamento seguro e disponibilidade para consultas futuras.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Integração com outras rotinas</h3>



<p>Quanto mais conectado o sistema estiver aos demais processos da empresa, menor será o retrabalho operacional.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Suporte especializado</h3>



<p>Em caso de rejeições, dúvidas fiscais ou atualizações legais, contar com suporte qualificado faz toda a diferença.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O emissor da Sibrax já está preparado para emitir a NFCom?</h3>



<p>Sim. O <strong><a href="https://novo.sibrax.com.br/produtos/sistema-emissor-documentos-fiscais-nfe-nfce-nfse-mdfe/">emissor de notas da Sibrax</a></strong> já está atualizado para atender às exigências da NFCom e acompanhar a evolução da legislação fiscal brasileira.</p>



<p>À medida que novos documentos fiscais eletrônicos são implementados, as empresas precisam contar com uma solução que acompanhe essas mudanças sem gerar preocupação ou retrabalho. Afinal, adequações fiscais exigem rapidez, conformidade e segurança para que a operação continue funcionando normalmente.</p>



<p>Por isso, nosso <a href="https://novo.sibrax.com.br/produtos/sistema-emissor-documentos-fiscais-nfe-nfce-nfse-mdfe/">emissor web</a> foi desenvolvido para acompanhar constantemente as exigências dos órgãos fiscais e oferecer suporte à emissão dos principais documentos fiscais eletrônicos utilizados no Brasil.</p>



<p>Além da NFCom, a plataforma contempla diferentes modalidades de documentos fiscais, permitindo que empresas de diversos segmentos centralizem suas emissões em um único ambiente, com praticidade e controle.</p>



<p>Entre os principais benefícios estão:</p>



<ul>
<li>Emissão 100% em nuvem, sem necessidade de instalação;</li>



<li>Atualizações fiscais constantes;</li>



<li>Ambiente seguro e acessível de qualquer lugar;</li>



<li>Gestão simplificada dos documentos emitidos;</li>



<li>Suporte especializado para auxiliar nas rotinas fiscais;</li>



<li>Adequação às exigências legais vigentes.</li>
</ul>



<p>Dessa forma, empresas que precisam emitir documentos fiscais eletrônicos podem operar com mais tranquilidade, sabendo que o sistema acompanha as mudanças da legislação e está preparado para atender às novas obrigações fiscais, incluindo a NFCom.</p>



<p><strong>Se a sua empresa busca um emissor moderno, atualizado e preparado para acompanhar a evolução do cenário tributário brasileiro, conheça o <a href="https://novo.sibrax.com.br/produtos/sistema-emissor-documentos-fiscais-nfe-nfce-nfse-mdfe/">Emissor de Notas Sibrax</a> e descubra como simplificar sua gestão fiscal com mais segurança e eficiência.</strong></p>



<h1 class="wp-block-heading">Conclusão</h1>



<p>A NFCom representa um dos avanços mais importantes na digitalização das obrigações fiscais do setor de comunicação e telecomunicações.</p>



<p>Mais do que substituir documentos antigos, ela inaugura uma nova etapa de integração entre empresas e administrações tributárias, oferecendo maior segurança, padronização e eficiência operacional.</p>



<p>Para empresas que atuam com serviços de comunicação, a adaptação já não é mais uma questão de planejamento futuro, mas uma necessidade operacional. Por isso, investir em tecnologia preparada para emitir, armazenar e gerenciar a NFCom tornou-se essencial para garantir conformidade e produtividade.</p>



<p>Sua empresa precisa emitir NFCom com segurança, praticidade e conformidade fiscal?</p>



<p><strong><a href="https://novo.sibrax.com.br/produtos/sistema-emissor-documentos-fiscais-nfe-nfce-nfse-mdfe/">Clique aqui</a></strong> e tenha um sistema preparado para acompanhar as exigências fiscais atuais e futuras, oferecendo mais agilidade, estabilidade e controle para sua operação.</p>
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		<title>Quando a emissão de notas trava o crescimento: sinais de que sua operação precisa evoluir</title>
		<link>https://blog.sibrax.com.br/2026/05/quando-a-emissao-de-notas-trava-o-crescimento-sinais-de-que-sua-operacao-precisa-evoluir/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Janaína Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 19:43:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias sobre Notas Fiscais Eletrônicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sinais de que sua empresa precisa de um emissor de notas mais eficiente. Entenda como a tecnologia em nuvem pode destravar sua operação.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em muitos negócios, a emissão de notas fiscais ainda é tratada como uma etapa operacional simples, quase automática. No entanto, conforme a empresa cresce, esse processo deixa de ser apenas uma obrigação e passa a influenciar diretamente a produtividade, o fluxo de caixa e até a experiência do cliente.</p>



<p>Nesse cenário, ignorar os sinais de que algo não está funcionando bem pode custar caro. Atrasos, retrabalho, inconsistências e falta de integração não surgem de forma isolada. Pelo contrário, eles indicam que a estrutura atual já não acompanha o ritmo da operação.</p>



<p>Portanto, mais do que emitir notas, é preciso garantir que esse processo seja fluido, confiável e preparado para escalar junto com o negócio. A seguir, você vai entender, de forma prática, quais são os principais sinais de alerta.</p>



<h2 class="wp-block-heading">1. A emissão de notas começa a atrasar sua operação</h2>



<p>Se a emissão de notas fiscais já não acontece no mesmo ritmo das vendas, há um desalinhamento claro entre demanda e capacidade operacional.</p>



<p>Com o aumento do volume, processos manuais ou sistemas limitados passam a gerar filas internas, atrasos no faturamento e, consequentemente, impacto direto no recebimento.</p>



<p>Além disso, atrasar a emissão de uma nota não é apenas um problema operacional. Em muitos casos, pode afetar a percepção de profissionalismo da empresa e comprometer a experiência do cliente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">2. Retrabalho virou parte da rotina</h2>



<p>Outro sinal evidente é quando corrigir erros se torna algo frequente. Informações preenchidas manualmente, falhas de digitação e inconsistências fiscais acabam gerando um ciclo contínuo de ajustes.</p>



<p>Nesse contexto, a equipe passa mais tempo corrigindo do que produzindo.</p>



<p>Com o passar do tempo, esse retrabalho não apenas reduz a produtividade, mas também aumenta o risco de erros mais graves, como emissão incorreta de tributos ou divergências com o Fisco.</p>



<h2 class="wp-block-heading">3. Seu sistema não é em nuvem e limita sua operação</h2>



<p>Se a emissão de notas ainda depende de instalação local, máquina específica ou acesso restrito ao ambiente físico da empresa, esse já é um sinal claro de limitação operacional.</p>



<p>Na prática, isso significa menos flexibilidade, maior risco de indisponibilidade e dificuldade para acompanhar a dinâmica do negócio.</p>



<p>Além disso, qualquer instabilidade, falha técnica ou necessidade de atualização pode interromper completamente a emissão de notas, impactando diretamente o faturamento.</p>



<p>Por outro lado, sistemas em nuvem oferecem um cenário completamente diferente. Eles permitem acesso de qualquer lugar, garantem atualizações automáticas e proporcionam maior segurança no armazenamento das informações.</p>



<p>Consequentemente, a operação ganha agilidade, continuidade e liberdade para crescer sem depender de estruturas físicas ou limitações técnicas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">4. Dificuldade em acompanhar mudanças fiscais</h2>



<p>O cenário tributário brasileiro é dinâmico por natureza. Novas regras, atualizações de leiaute e exigências fiscais surgem com frequência.</p>



<p>Diante disso, depender de processos manuais ou sistemas que não acompanham automaticamente essas mudanças aumenta significativamente o risco de não conformidade.</p>



<p>Além disso, a equipe passa a depender de atualizações constantes e, muitas vezes, reativas, o que gera insegurança e aumenta a exposição a penalidades.</p>



<h2 class="wp-block-heading">5. A operação depende de pessoas específicas</h2>



<p>Se apenas uma ou poucas pessoas dominam o processo de emissão de notas, existe um risco estrutural na operação.</p>



<p>Ausências, férias ou até mesmo mudanças na equipe podem comprometer o funcionamento do negócio.</p>



<p>Por outro lado, quando o processo é bem estruturado e apoiado por tecnologia, ele se torna replicável, previsível e menos dependente de intervenções individuais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">6. Falta de visibilidade sobre o faturamento</h2>



<p>Empresas que não conseguem visualizar, em tempo real, o que foi faturado, o que está pendente ou o que precisa ser corrigido operam no escuro.</p>



<p>Sem essa clareza, decisões estratégicas ficam comprometidas.</p>



<p>Além disso, a ausência de relatórios confiáveis dificulta o planejamento financeiro e impede uma gestão mais precisa do negócio.</p>



<h2 class="wp-block-heading">7. Crescimento começa a gerar desorganização</h2>



<p>Crescer deveria ser um sinal positivo. No entanto, quando a estrutura não acompanha esse crescimento, o resultado é desorganização.</p>



<p>Mais vendas passam a significar mais erros, mais retrabalho e mais pressão sobre a equipe.</p>



<p>Esse é um dos sinais mais claros de que a operação precisa evoluir. Afinal, crescer sem estrutura sustentável pode transformar uma oportunidade em um problema.</p>



<h2 class="wp-block-heading">8. Emissão de notas fora do ambiente ideal</h2>



<p>Sistemas que dependem de instalação local, máquinas específicas ou acesso limitado criam barreiras operacionais desnecessárias.</p>



<p>Hoje, a mobilidade e o acesso remoto são fatores essenciais para garantir agilidade.</p>



<p>Nesse sentido, operar em um ambiente em nuvem permite emitir notas de qualquer lugar, com segurança e disponibilidade, eliminando limitações físicas e aumentando a eficiência.</p>



<h2 class="wp-block-heading">9. Falta de padronização nos processos</h2>



<p>Quando cada emissão segue um caminho diferente, sem padrão definido, o risco de inconsistências aumenta.</p>



<p>A ausência de fluxos claros gera dúvidas, falhas e retrabalho.</p>



<p>Por outro lado, processos bem estruturados, aliados a um sistema confiável, garantem consistência, previsibilidade e mais controle sobre a operação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">10. A equipe perde tempo com tarefas operacionais</h2>



<p>Por fim, um dos sinais mais importantes é quando profissionais qualificados passam grande parte do tempo executando tarefas repetitivas.</p>



<p>Isso limita o potencial da equipe e impede que o negócio avance para um nível mais estratégico.</p>



<p>Com o suporte da tecnologia, essas atividades podem ser simplificadas, liberando tempo para análises, melhorias e crescimento.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">O que muda quando a emissão evolui</h2>



<p>Quando a empresa adota um sistema preparado para acompanhar sua operação, o cenário muda de forma significativa.</p>



<p>A emissão deixa de ser um gargalo e passa a ser um processo fluido, integrado e confiável.</p>



<p>Além disso, a empresa ganha:</p>



<ul>
<li>Mais agilidade no faturamento</li>



<li>Redução de erros e retrabalho</li>



<li>Integração entre setores</li>



<li>Segurança fiscal</li>



<li>Visibilidade em tempo real</li>



<li>Capacidade de escalar sem perder controle</li>
</ul>



<p>Em outras palavras, a emissão de notas deixa de ser um problema e passa a ser uma base sólida para o crescimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2>



<p>Ignorar os sinais de que a emissão de notas precisa evoluir é, na prática, limitar o crescimento do próprio negócio.</p>



<p>À medida que a operação se torna mais complexa, a necessidade de estrutura, integração e confiabilidade também aumenta.</p>



<p>Portanto, mais do que atender uma obrigação fiscal, investir em um sistema adequado é uma decisão estratégica.</p>



<p>Afinal, empresas que crescem com organização e previsibilidade conseguem avançar com mais segurança, consistência e eficiência.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Conheça o emissor de notas que vai revolucionar a sua operação</strong></h3>



<p>Se a sua operação já apresenta algum desses sinais, talvez seja o momento de evoluir.</p>



<p>Busque um emissor que acompanhe o ritmo do seu negócio, ofereça estabilidade no dia a dia e simplifique o que hoje parece complexo.</p>



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		<title>NFC-e para CNPJ: vedação prorrogada para janeiro.</title>
		<link>https://blog.sibrax.com.br/2025/10/nfc-e-para-cnpj-vedacao-prorrogada-para-janeiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Janaína Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 13:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias sobre Notas Fiscais Eletrônicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ajuste SINIEF nº 30/2025 prorrogou a data de início da vedação de emissão da NFC-e para destinatários com CNPJ.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Ajuste SINIEF nº 30/2025 adia o início da restrição e traz novas orientações para o varejo.</em></p>



<p>O Ajuste SINIEF nº 30/2025 prorrogou a data de início da vedação de emissão da NFC-e para destinatários com CNPJ.</p>



<p>Antes, prevista para 3 de novembro de 2025, a mudança passa a valer a partir de 5 de janeiro de 2026.</p>



<p><strong>O que isso significa na prática?</strong></p>



<p>Até janeiro, as empresas ainda poderão emitir NFC-e (modelo 65) em operações destinadas a pessoas jurídicas.</p>



<p>Mas, com a nova data, será obrigatório o uso da NF-e (modelo 55) sempre que o destinatário for inscrito no CNPJ.</p>



<p><strong>Como ficam as operações?</strong></p>



<p>O Ajuste SINIEF nº 11/2025 removeu a nomenclatura “CNPJ” da NFC-e e reforçou que toda operação com pessoa jurídica deve ser documentada por NF-e.</p>



<p>Assim, a partir de janeiro de 2026, não será mais permitido emitir NFC-e em vendas a empresas, apenas para consumidores pessoa física (CPF).</p>



<p><strong>Alterações na NF-e também foram prorrogadas<br></strong>O Ajuste SINIEF nº 12/2025 prorrogou para 5 de janeiro de 2026 as mudanças na NF-e, que trazem novidades como:</p>



<ul>
<li>Preenchimento facultativo do endereço do destinatário em operações presenciais;</li>



<li>DANFE simplificado permitido em operações com entrega a domicílio;</li>



<li>Emissão em contingência para operações de varejo com CNPJ, com transmissão obrigatória até o primeiro dia útil subsequente.</li>
</ul>



<p><strong> Impactos para o varejo e contadores</strong></p>



<p>Com essas alterações, o modelo ideal de emissão passa a ser:</p>



<p>• NFC-e (modelo 65) → apenas para vendas a CPF;<br>• NF-e (modelo 55) → obrigatória para vendas a CNPJ, mesmo em operações presenciais.</p>



<p>Essa distinção impacta diretamente sistemas de emissão, escritórios contábeis e estabelecimentos varejistas.</p>



<p>Em resumo:</p>



<ul>
<li>Nova data: 5 de janeiro de 2026</li>



<li>NFC-e: apenas para CPF</li>



<li>NF-e: obrigatória para CNPJ</li>



<li>NF-e em contingência: liberada para operações presenciais com posterior transmissão.</li>
</ul>
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