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ÁREA DO CLIENTE
  • Janaína Ferreira
  • 22/04/2026

IRPF 2026 x fim da DIRF x declaração pré-preenchida: por que tantas declarações caíram na malha fina e como corrigir

O início da entrega do Imposto de Renda 2026 trouxe um cenário que chamou atenção: um volume expressivo de declarações retidas em malha fiscal logo nos primeiros dias. Para muitos contribuintes, a surpresa foi ainda maior ao perceber que os dados utilizados já vinham da declaração pré-preenchida.

Por trás desse cenário, existe uma mudança estrutural importante: o fim da DIRF e a consolidação de novas bases de informação, como os sistemas trabalhistas e fiscais digitais. Com isso, a forma como os dados chegam até a declaração mudou — e, consequentemente, os pontos de erro também.

Diante desse novo contexto, entender o que está acontecendo e como agir deixou de ser apenas uma questão técnica e passou a ser essencial para evitar atrasos, multas e retrabalho.

O que mudou com o fim da DIRF

Durante anos, a DIRF foi uma das principais fontes de informação para o cruzamento de dados do Imposto de Renda. Com sua descontinuação, o Fisco passou a utilizar, de forma mais intensa, informações enviadas por sistemas digitais integrados: eSocial e EFD-Reinf.

Na prática, isso significa que os dados agora são transmitidos de forma contínua ao longo do ano, e não mais consolidados em uma única obrigação anual. Embora essa mudança represente avanço em termos de controle e modernização, ela também exige maior precisão no envio das informações desde a origem.

Ou seja, qualquer inconsistência na base enviada pelas empresas pode refletir diretamente na declaração do contribuinte.

Por que tantas declarações caíram na malha fina

Logo no início do prazo, um número relevante de declarações foi retido para análise. Em muitos casos, o problema não estava no preenchimento manual, mas sim nas informações importadas automaticamente.

Entre os principais fatores que explicam esse cenário, destacam-se:

  • Dados incorretos na declaração pré-preenchida
  • Divergência entre valores informados e comprovantes reais
  • Classificação inadequada de rendimentos
  • Informações duplicadas
  • Falhas no envio de dados pelas fontes pagadoras

Além disso, empresas que ainda estão em processo de adaptação aos novos sistemas digitais tendem a apresentar maior incidência de erros, o que impacta diretamente seus colaboradores e clientes.

A pré-preenchida continua sendo confiável?

Apesar dos problemas identificados neste início de campanha, a declaração pré-preenchida continua sendo uma ferramenta recomendada.

Isso porque ela reduz erros de digitação e facilita o processo de preenchimento. No entanto, há um ponto fundamental que não pode ser ignorado: os dados precisam ser conferidos com atenção.

A pré-preenchida não substitui a validação. Pelo contrário, ela exige uma revisão ainda mais criteriosa, já que o contribuinte pode assumir como corretas informações que, na verdade, estão inconsistentes na origem.

Principais erros encontrados na declaração

Com a mudança na base de dados, alguns tipos de erro passaram a aparecer com mais frequência. Entender esses pontos ajuda a agir de forma mais rápida e assertiva.

1. Divergências em salários, férias e 13º salário

Erros na classificação das verbas podem fazer com que valores sejam declarados de forma incorreta ou sequer apareçam na declaração.

Isso geralmente ocorre quando há falhas na parametrização das rubricas utilizadas no envio das informações ao eSocial.

Como corrigir:
É necessário conferir os valores com informes de rendimentos e solicitar a correção junto à fonte pagadora, garantindo que o evento responsável seja reenviado corretamente.

2. Classificação incorreta de rendimentos isentos

Em alguns casos, rendimentos que deveriam ser isentos aparecem como tributáveis, ou o contrário.

Essa inconsistência pode gerar pagamento indevido de imposto ou retenção da declaração para análise.

Como corrigir:
Verificar a natureza do rendimento, ajustar a informação na declaração e solicitar a correção da classificação junto à empresa responsável.

3. Problemas na declaração de lucros e dividendos

A utilização incorreta de códigos pode gerar inconsistências, especialmente para contribuintes que possuem participação em empresas.

A diferença entre tipos de rendimento precisa ser respeitada para evitar questionamentos futuros.

Como corrigir:
Revisar os códigos utilizados e alinhar a informação com a contabilidade responsável pela empresa.

4. Plano de saúde informado em duplicidade

A duplicidade de dados ocorre quando as informações são enviadas por mais de um sistema ou fonte.

Isso impacta diretamente o cálculo do imposto e pode levar à retenção em malha.

Como corrigir:
Conferir os valores com comprovantes e garantir que a despesa seja declarada apenas uma vez.

Correção depende da origem do erro

Um ponto importante que merece atenção é que nem todo erro pode ser resolvido apenas pelo contribuinte.

Quando a inconsistência está na base enviada pela empresa, não basta corrigir a declaração individualmente. É necessário que a fonte pagadora ajuste a informação no sistema de origem.

Além disso, esse ajuste exige o reenvio do evento correto. Caso contrário, a base de dados não será atualizada e o problema continuará existindo.

Quando a correção é feita corretamente, a declaração pode ser reprocessada automaticamente, sem necessidade de novas ações por parte do contribuinte.

O que fazer ao cair na malha fina

Diante de uma retenção, o primeiro passo é identificar a origem da divergência.

Em seguida, é fundamental agir com base em informações comprováveis, utilizando documentos oficiais como informes de rendimentos, recibos e comprovantes bancários.

Se o erro estiver na fonte pagadora, o caminho é solicitar a correção e acompanhar a atualização. Caso contrário, pode ser necessário enviar uma declaração retificadora.

O mais importante é não agir por tentativa. Cada ajuste deve ser feito com base em dados concretos, evitando novos problemas.

A importância da integração entre informações fiscais

O cenário atual reforça uma mudança importante: as informações fiscais estão cada vez mais integradas.

Isso significa que inconsistências não passam despercebidas, e qualquer divergência pode ser rapidamente identificada pelos sistemas de cruzamento de dados.

Além disso, enviar as obrigações no prazo correto tanto do eSocial quanto da EFD-Reinf, bem como a DCTF-Web, e todas as acessórias que compõem fiscal, contabilidade e folha, é essencial para que não aconteça divergências não no Imposto de Renda, mas em todas as declarações.

Por esse motivo, tanto contribuintes quanto profissionais da área contábil precisam atuar com ainda mais precisão, garantindo que todas as informações estejam alinhadas desde a origem.

Conclusão

O aumento de declarações retidas no IRPF 2026 não é um evento isolado, mas sim reflexo de uma transformação no modelo de controle fiscal.

Com o fim da DIRF e a utilização de bases digitais integradas, a responsabilidade sobre a qualidade da informação se torna ainda mais distribuída entre empresas, profissionais e contribuintes.

Nesse contexto, revisar dados, validar informações e acompanhar possíveis inconsistências deixou de ser uma etapa opcional e passou a ser essencial.

Quem entende esse novo cenário consegue agir com mais rapidez, reduzir riscos e evitar problemas que poderiam se estender por meses.

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